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Sexta, 15 Dezembro 2017 09:56

Banda U2 conta por que respeita tanto o Papa Francisco

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Na edição de 10 de dezembro do programa televiso Che Tempo Che Fa, do canal italiano Rai Uno, o apresentador Fabio Fazio recebeu Bono Vox e The Edge, da banda irlandesa U2. Além de cantar, eles responderam a perguntas que, desde o início, envolveram o Vaticano.


Fabio Fazio perguntou, com bom humor, o que Bono tinha sentido ao saber que The Edge havia cantado na Capela Sistina e ele não. “Olha, eu não tenho muita certeza de que foi a escolha certa…“, brincaram os interlocutores. The Edge aproveitou para compartilhar o seu maravilhamento com aquela experiência:


“Foi muito, muito bonito e também uma honra enorme para mim. E foi bonito que isso não aconteceu por causa da minha música, mas por causa do que eu faço no tocante à pesquisa médica: graças aos médicos maravilhosos com quem eu trabalho, pude participar da Conferência no Vaticano e descobrir que eles tinham me pedido para tocar. Eu respondi: ‘Mas é claro, com prazer! Onde é que eu vou tocar?’. [Quando soube que tocaria justamente na Capela Sistina] fiquei em choque, foi incrível: o som, a acústica naquela capela belíssima, ela tem um eco realmente incrível”.


Por sua vez, Bono impactou o público ao explicar um dos motivos pelos quais o U2 respeita tanto o Papa Francisco:


“O Vigário de São Pedro é um servo mesmo, um servo de todos. Todo mundo se pergunta onde é que está Deus, onde está esse Deus… Ele pode estar em todos os lugares, em muitos lugares… Quando ficamos confusos perguntando onde é que Deus mora, o Papa nos diz: ‘Vão encontrar os pobres, porque Deus está onde estão os pobres’. O Papa entende esta afirmação perfeitamente e com profundidade. Nós o respeitamos muito por isso”.


A banda apresentou ainda o disco Songs of Experience, que dá destaque à família já desde a capa:


“As músicas do Songs of Experience têm um lugar muito especial para nós. Durante a composição, uma coisa que ajudou muito foi pensar na nossa família, na amizade e na relação com o público. Essas músicas são cartas… cartas de amor, em certo sentido. Uma delas é dirigida aos Estados Unidos, que estão atravessando um momento difícil; ela é voltada realmente à alma americana. Como letrista, eu queria escrever exatamente o que eu sentia, em especial pela minha família e pela minha esposa, que é maravilhosa. Eu comecei a sair com ela na mesma semana em que decidimos criar o U2: foi uma semana insana”.( Lucandrea Massaro | 13 de Dezembro de 2017)

Na manhã de quarta-feira ,13, o Prefeito Municipal Kadu Müller esteve no Palácio Piratini onde participou do ato de assinatura do Termo de Cooperação para compor o Sistema de Segurança Integrada com Municípios do Rio Grande do Sul – SIM/RS.


Recebidos pelo Governador do Estado, José Ivo Sartori, Prefeitos de 174 municípios aderiram ao SIM/RS e, com isso, garantem ferramentas que auxiliam no monitoramento da segurança pública como, por exemplo, sistemas de videomonitoramento e cercamento eletrônico, compartilhamento de estatísticas, capacitação e treinamento de Guardas Municipais. Ainda, os municípios passam a integrar as esferas da segurança pública e entes de fiscalização no Estado do Rio Grande do Sul, permitindo a troca de informações e a interação das tecnologias atuais e futuras.


Na agenda à capital, acompanharam o Prefeito Kadu, o Chefe de Gabinete e Secretário Municipal de Viação e Serviços Urbanos, Edar Borges, e o Secretário Municipal de Administração e Gestão e Planejamento, Rafael Riffel.(Foto:Acom)

Quarta, 13 Dezembro 2017 10:16

ESFs serão ampliadas e reformadas em Montenegro

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Dois prédios de Estratégia de Saúde da Família (EFS) da cidade estão recebendo, desde o mês de novembro, serviços de ampliação e reformas. A previsão é que a ESF do bairro Industrial e a ESF II Esperança devem ter suas estruturas novas já prontas até o meio do próximo ano.


A obra de ampliação e reforma da ESF Industrial compreende a construção de um novo prédio, de 122,4 metros quadrados, na área posterior ao existente, onde serão alocadas a sala de reuniões, administração, sala de agentes de saúde, banheiros e vestiários para os funcionários, bem como salas de expurgo e esterilização. O investimento da obra é de R$161.182,17 com previsão de término para 30 de junho de 2018.


Já a reforma da ESF II Esperança compreende adequação da drenagem e instalação de calhas, recuperação de grades, esquadrias e corrimãos, reposição de pisos e revestimentos e pintura interna e externa. O investimento da obra é de R$ 33.793,26 é para 13 de janeiro de 2018. De acordo com a secretaria municipal de Saúde, Ana Maria Rodrigues, a ampliação e as reformas são de extrema importância para o atendimento da comunidade e darão um grande apoio para a estrutura da Secretaria Municipal de Saúde (SMS).(Foto:Acom)

Por que não se fala disto? Só porque foi perpetrado pelos comunistas?


O Papa Francisco recordou neste domingo os cerca de 3,5 milhões de vítimas da fome provocada deliberadamente nos campos da Ucrânia pelas políticas do ditador comunista Joseph Stalin, da antiga União Soviética, entre 1932 e 1933, para “coletivizar” fazendas de gado e terras agrícolas.


O abominável episódio, chamado hoje de Holodomor, foi o mais vultoso, mas não o único do gênero: 1,5 milhão de pessoas no Cazaquistão e quase outro milhão de habitantes do norte do Cáucaso e de regiões ao longo dos rios Don e Volga sofreram suplícios semelhantes, na mesma época, também causados propositalmente pelo governo comunista.


Em mensagem ao povo ucraniano, o Papa Francisco mencionou “a tragédia do Holodomor, a morte por fome provocada pelo regime estalinista que deixou milhões de vítimas. Rezo pela Ucrânia, para que a força da paz possa curar as feridas do passado e promover caminhos de paz”.


O genocídio ucraniano começou devido à resistência de muitos camponeses do país à coletivização forçada, uma das bases do regime comunista por implicar a supressão da propriedade privada. Os soviéticos confiscaram maciçamente o gado, as terras e as fazendas dos ucranianos e lhes impuseram punições que iam de trabalhos forçadosao assassinato sumário, passando por brutais deslocamentos de comunidades inteiras.


Apesar de ter-se tratado do extermínio sistemático de um povo, ainda não há, na assim chamada “comunidade internacional”, um reconhecimento amplo e claro do genocídio ucraniano. Algumas correntes ideológicas evitam o termo genocídio alegando que o Holodomor teria sido, a seu ver, uma consequência de “problemas logísticos” associados às radicais alterações econômicas da União Soviética. Ou seja, uma coisa deixaria de ser essa coisa porque chegou a ser essa coisa como efeito colateral de alegadas boas intenções…


É bastante interessante observar que, recorrente e teimosamente, são confeccionadas teorias suavizantes e condescendências “técnicas”para driblar a verdade sobre o comunismo: essa aberração histórica jamais passou, nem poderia, de uma monstruosidade tão odiosa e criminosa quanto o nazismo.


Aliás, falando em nazismo, praticamente todo o mundo já ouviu falar do Holocausto. Muitíssimo menos gente já ouviu falar do Holodomor. Não se trata de comparar os horrores, mas de questionar o relativo silêncio em torno a este em comparação com a ampla divulgação que se dá àquele, sem que qualquer desses episódios atrozes seja “menos grave” ou “mais grave” que o outro. Só há relativização moral do extermínio humano, afinal, na mente de quem o instrumentaliza.


Mas é fato que praticamente todo o mundo que tem acesso à mídia já ouviu dizer que Hitler matou 6 milhões de judeus nos campos nazistas de concentração e extermínio entre 1933 e 1945 (embora se dê menos atenção ao fato de que esse extermínio sistematizado também se estendeu a minorias menos recordadas, como ciganos, poloneses, prisioneiros de guerra soviéticos, deficientes físicos e mentais, homossexuais, além de minorias clamorosamente “esquecidas”, como as vítimas católicas – São Maximiliano Kolbe e Santa Teresa Benedita da Cruz são dois exemplos ilustres dentre muitos outros quase ignorados, mas bastam para questionar a campanha de desinformação orquestrada por quem acusa a Igreja de ter sido “cúmplice” daquela carnificina).


Sem que se diminua em nada, portanto, a necessidade imperiosa de reconhecer o horror a que foram submetidos covardemente o povo judeu e as outras minorias perseguidas pelo nazismo, é preciso observar em paralelo que, comparativamente, muitíssimo menos gente já ouviu dizer que Stalin matou, pouco antes, 6 milhões de ucranianos, cazaques e outras minorias soviéticas mediante a imposição da fome massiva. E também são ainda muito poucos os que sabem dos outros 14 milhões de pessoas que foram assassinadas pelo comunismo só na União Soviética, para nem falar do restante de vítimas em uma lista estarrecedora de seres humanos exterminados pelo mesmo comunismo no mundo todo ao longo do século XX:


• 65 milhões na República Popular da China
• 1 milhão no Vietnã
• 2 milhões na Coreia do Norte
• 2 milhões no Camboja
• 1 milhão nos países comunistas do Leste Europeu
• 1,7 milhão na África
• 1,5 milhão no Afeganistão
• 150 mil na América Latina


• 10 mil como resultado das ações do movimento internacional comunista e de partidos comunistas fora do poder.


Esta soma petrificante de 94,4 milhões de pessoas exterminadas pelos regimes comunistas é estimada pelos autores de “O Livro Negro do Comunismo: Crimes, Terror, Repressão“, uma obra coletiva de professores e pesquisadores universitários europeus encabeçados pelo francês Stéphane Courtois. Como o livro é de 1997, ele obviamente não computa as mortes cometidas de lá para cá nas regiões que continuaram sujeitas a esse regime e aos seus métodos essencialmente opressivos, como a China e a Coreia do Norte; nem, é claro, nas regiões que retrocederam na sua trajetória democrática para reeditar essa aberração histórica – como a Venezuela de Chávez, Maduro e seus comparsas do Foro de São Paulo.


Numa época em que as farsas de viés socialista voltam a se apresentar ao mundo como “libertadoras do povo” (novamente, vide Venezuela, mas vide também as modalidades de “fatiamento da riqueza” praticadas por governos de ideologia socialista em países como Cuba, Argentina e mesmo o Brasil), a verdade sobre o comunismo costuma ser “evitada” nas TVs e nos “grandes” jornais e revistas a serviço desse mesmo projeto de poder – que não é exatamente um poder “do proletariado”, como prega, descaradamente, a sua propaganda (a este propósito, nunca é demais recordar o magistral resumo feito por George Orwell sobre a “igualdade” realizada pelo comunismo: “Todos são iguais, mas alguns são mais iguais que outros“).


Dentro desse contexto ideológico e da tergiversação dos fatos que é uma sua característica indissociável, é digno de aplausos que o Papa Francisco tenha dado nome aos bois – assim como já deu a outro genocídio amplamente “esquecido” pelo mundo até recentemente: aquele que a Turquia otomana perpetrou contra a Armênia cristã em 1915.( Francisco Vêneto )

A entidade internacional se mostra incoerente e parcial, já que nos países muçulmanos adota símbolos explicitamente islâmicos


As filiais belgas da Cruz Vermelha receberam uma mensagem de e-mail enviada pelo Comitê Provincial de Liège pedindo que todos os crucifixos sejam retirados dos centros que essa organização internacional de ajuda possui no país.


André Rouffart, presidente da entidade em Verviers, confirma o fato:


“Eles nos pediram para respeitar os princípios da entidade (…) sem distinguir entre raças ou crenças religiosas”.


Rouffart afirmou que voluntários e outros membros da organização manifestaram descontentamento com a decisão, que consideram uma forma de censura. Um voluntário entrevistado pela rede belga RTL denunciou:


“Esta é a decadência da Bélgica. Substituímos o Natal pelas férias de inverno. O mercado natalino de Bruxelas agora se chama ‘Prazeres de Inverno’. As cruzes foram retiradas das casas da Cruz Vermelha e, especialmente, de Verviers, por causa de certa parcela da população”.


Ele se refere a pressões que estariam sendo exercidas por grupos muçulmanos.


As objeções islâmicas a símbolos da Cruz Vermelha que evocam o cristianismo não seriam novidade.


Em 1876, o Império Otomano se queixou de que a bandeira da Cruz Vermelha evocava raízes cristãs e, portanto, era ofensiva para os soldados muçulmanos. Diante disso, o movimento decidiu oficialmente promover a ideia de que a bandeira da Cruz Vermelha não evocava religião alguma, tratando-se da inversão das cores da bandeira da Suíça, país natal da entidade e referência de neutralidade. Mesmo assim, a cruz foi sendo substituída em países muçulmanos pelo símbolo islâmico da meia-lua (ou lua crescente) – no Irã, chegou a ser usado até 1980 o emblema persa do leão e do sol, ambos em cor vermelha, mas hoje o país também usa a meia-lua islâmica. O próprio nome da Cruz Vermelha, nessas nações, foi trocado para Crescente Vermelho.


É relevante observar que o nome e o símbolo islâmicos, mesmo sendo abertamente religiosos, não despertam crítica alguma. Só os símbolos cristãos é que podem ser criticados e combatidos, “em respeito à neutralidade e à liberdade religiosa“… E isso que a própria Cruz Vermelha afirma (questionavelmente, diga-se de passagem) que a cruz da sua bandeira não teve origens cristãs.


Em resumo: nos países muçulmanos, a Cruz Vermelha pode (e deve) suprimir a própria identidade para dar lugar a símbolos abertamente islâmicos. Já na Bélgica, uma terra do âmbito cristão que deu origem a essa organização filantrópica, o crucifixo deve ser retirado e escondido para não “ofender” os seguidores do islã, que, no país, somam 6% da população.


A democracia manda lembranças.(Francisco Vêneto | 11 de Dezembro de 2017)

Terça, 12 Dezembro 2017 10:21

População carcerária do Brasil dobra em 11 anos

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O Brasil tem a terceira maior população carcerária do mundo, atrás de Estados Unidos e China


A população carcerária do Brasil dobrou entre 2005 e 2016 e a taxa de ocupação das prisões chegou a 197%, com dois presos – e até quatro em certos estados – por vaga disponível, indicou nesta sexta-feira (8) um relatório do Ministério da Justiça.


Em junho de 2016, quando o estudo foi elaborado, havia 726.712 presos para uma capacidade carcerária de 368.049, enquanto em 2005, quando foi feito o primeiro relatório sobre o tema, havia 361.400 presos.


O Brasil tem a terceira maior população carcerária do mundo, atrás de Estados Unidos e China, e à frente da Rússia.


A superlotação nas penitenciárias, muitas vezes antigas e insalubres, piora a cada ano. No fim de 2014, a taxa de ocupação era de 167%, com uma falta de 250.318 vagas; em junho de 2016 chegou a 197%, com uma falta de 336.491 vagas.


Do total de presos, 5,8% eram mulheres e 40% estavam à espera de julgamento.


A maior superpopulação carcerária é registrada no Amazonas, com uma taxa de ocupação de 484,5%.


Nesse contexto, uma onda de rebeliões e atrozes ajustes de contas entre presos de facções rivais deixou em janeiro 140 mortos em prisões no norte e nordeste do país.


Em resposta a essa situação, o governo adotou uma série de medidas de urgência que vão desde a separação de presos de diferentes facções até a construção de novas penitenciárias em todos os estados.(Aletheia)

Segunda, 11 Dezembro 2017 20:00

Corrupção: mal baseado na idolatria do dinheiro

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"Temos que nos conscientizar que a corrupção começa com as pequenas desonestidades"


O Papa Francisco tuitou neste sábado (09/12), Dia Mundial de Combate à Corrupção, promovido pelas Nações Unidas: “A corrupção deve ser combatida com força. É um mal baseado na idolatria do dinheiro que fere a dignidade humana”.


Este é um tema que o Papa Francisco abordou várias vezes desde o início de seu pontificado. Aliás, desde quando era Arcebispo de Buenos Aires, Jorge Mario Bergoglio sempre se posicionou contra a corrupção.


Em seu pontificado, recordamos, em particular, o apelo feito no bairro napolitano de Scampia, em março de 2015, onde conjugando um neologismo eficaz afirmou que “um cristão que deixa entrar dentro de si a corrupção, fede”.


Bispos brasileiros contra a corrupção


“Precisamos terminar com as castas que se enquistam no poder público distribuindo benesses e privilégios para os seus comparsas. Quem rouba milhões, mata milhões, não se defendem direitos humanos e sociais deixando impune a corrupção, sem tocar nos tentáculos das máfias do poder. Que o Evangelho do poder-serviço nos leve a construir um Brasil republicano, centrado na justiça, na integridade e no bem comum”.


O trecho acima é do artigo do Bispo de Campos (RJ), Dom Roberto Francisco Ferreria Paz, recém-publicado no site da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) que tem como tema “Refundar e fazer nova a República”. No artigo, o bispo retrata em poucos parágrafos a crise do sistema político e a extensão do câncer da corrupção no Brasil.


O prelado é uma das milhares de vozes brasileiras que têm se levantado contra a corrupção que assola o país. A data de hoje, remete ao dia em que o Brasil e mais 101 países assinaram a Convenção das Nações Unidas contra a Corrupção, em 2003, na cidade mexicana de Mérida.


Para o Bispo de Ipameri (GO), Dom Guilherme Werlang, Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para Ação Social Transformadora da CNBB, a corrupção é moralmente um grande e gravíssimo pecado.


“Uma pessoa que compactua e pratica a corrupção jamais poderá ser reconhecida como cristão ou cristã. Eticamente, a corrupção destrói qualquer sociedade”.
O bispo destaca ainda que é preciso uma conscientização coletiva não só da corrupção que existe nos altos escalões da sociedade brasileira ou praticado por políticos, seja no Executivo, Legislativo ou no Judiciário.


“Temos que nos conscientizar que a corrupção começa com as pequenas desonestidades, desde a infância. Ela cresce, por exemplo, quando não exigimos fiscal. Quando queremos vantagens sobre pagamentos escondendo parte do valor. Quando fizermos a educação nova da honestidade e transparência aí podemos pensar em vencer a corrupção endêmica do Brasil”, enfatiza Dom Werlang.


Em 26 de outubro passado, a CNBB divulgou uma nota sobre o grave momento político, destacando que a corrupção corrói o Brasil. No texto, a entidade repudia a falta de ética que se instalou nas instituições públicas, empresas, grupos sociais e na atuação de inúmeros políticos que, “traindo a missão para a qual foram eleitos, jogam a atividade política no descrédito”.


A Conferência criticou também a apatia e o desinteresse pela política, que crescem cada dia mais no meio da população brasileira, inclusive nos movimentos sociais. Apesar de tudo, a entidade diz que é preciso vencer a tentação do desânimo, pois só uma reação do povo, consciente e organizado, no exercício de sua cidadania é capaz de purificar a política e a esperança dos cidadãos que “parecem não mais acreditar na força transformadora e renovadora do voto”.
De acordo com os dados da Organização das Nações Unidas sobre Drogas e Crime no Brasil (UNODC), a corrupção é o maior obstáculo ao desenvolvimento econômico e social na atualidade. Todos os anos, 1 trilhão de dólares é pago em suborno, enquanto cerca de 2,6 trilhões de dólares são roubados pela corrupção, o equivalente a mais de 5% do Produto Interno Bruto mundial.


Segundo estudo divulgado pela entidade Transparência Internacional, o Brasil fechou o ano de 2016 em 79º lugar entre 176 países no ranking sobre a percepção de corrupção no mundo. Além do Brasil, estão empatados em 79º lugar Bielorrússia, China e Índia.


Dom Guilherme, convoca a Igreja no Brasil, os pastores, leigos e leigas, neste Ano do Laicato, a assumirem uma nova educação partindo da Palavra de Deus, que desafia e orienta ao mesmo tempo como buscar isto.


“O bom exemplo deve partir de nós. Infelizmente, a desonestidade também acontece entre nós, nas Igrejas Cristãs, em nossas paróquias e dioceses onde também se fazem estas concessões e um jogo não tão transparente como deveria ser. Portanto, temos muito trabalho e devemos ser os primeiros a dar um bom exemplo de uma vida honesta, transparente e justa para sermos construtores de uma nova sociedade”, conclui.


(Rádio Vaticano, com informações do site da CNBB)

Em uma noite histórica, São Sebastião do Caí conheceu suas novas soberanas. A corte da 21ª Festa Nacional da Bergamota foi finalmente composta pela rainha Daniela Vizentini e as princesas Ana Luize Leal Jacob e Franciele Simon Simsen após um lindíssimo desfile das dez candidatas que disputam o título. A dupla Claus e Vanessa animou a festa e outro destaque foram as torcidas, que fizeram muito barulho e apoiaram suas candidatas o tempo todo. A melhor torcida também ficou com a rainha Daniela Vizentini.(Foto:Acom)

Luis Guilherme Hadrich concedeu entrevista ao Grupo Progresso de Comunicação. Na semana passada ele teve de dar a notícia para os mais de 30 funcinários que o Hädrich fecharia suas portas. Foi o fim de uma das principais empresas de Montenegro e do Brasil, fundada em 1895 pelo avô de Luiz.


Da Redação


Segundo o empresário dois fatores foram determinantes para o encerramento das atividades: o atual momento da economia nacional e o inverno pouco rigoroso de 2017, que acabou fazendo, segundo ele, com que as vendas da “Panela da Vovó”, principal produto da empresa, despencassem.


“ Eu lastimo ter de fechar a fábrica criada pelo meu avô em 1895, mas não havia outra saída”, disse. Conforme Luiz, ainda não há uma definição do que será feito com o prédio. Ele informa que o Hädrich é proprietário de uma área de cerca de 700 metros quadrados. Diz ainda que não há salários em atraso e que uma pequena equipe ainda está trabalhando para cumprimento de alguns contratos.


Luiz foi o criador da “Panela da Vovó”, em 1981. “ O produto foi lançado na Multifeira em 1982 e foi um sucesso. A “Panela da Vovó” era vendida em vários estados do Brasil e da América do Sul”, recorda.


O avô de Luiz Guilherme, Luis Hädrich, nasceu na Alemanha em 22 de dezembro de 1869. Ele foi casou com Lúcia Renner e o casal teve os filhos Clarice, Luis e Germano.Hädrich chegou em Montenegro nos últimos anos do século XIX, onde fundou a empresa com o nome de Fundição e Fábrica de Máquinas Montenegro. Faleceu em 12 de maio de 1939. (Foto: Blog Hisórias do Vale do Caí)

“A ideia de que tudo é resultado do acaso e da diversidade estatística é inaceitável. Existe uma inteligência em um nível superior, que vai além da existência do próprio universo”


É instigante uma recente reflexão do físico italiano Antonino Zichichi, cuja autoridade científica, durante bastante tempo, sofreu uma campanha de descrédito promovida por expoentes do mundo anticlerical. Motivo? Zichichi afirmou, muitas vezes, que acredita em Deus graças à ciência.

 

Apesar das tentativas de alguns militantes ateístas de diminuí-lo por causa da sua crença em Deus, Zichichi continua muito bem avaliado no H-Index, uma espécie de escala que mede o impacto de indivíduos no mundo científico: o índice dele é 62, igual ao de Stephen Hawking e bastante superior, por exemplo, ao de Sheldon Lee Glashow (52), que é ganhador do Prêmio Nobel.


Zichichi é professor emérito de Física na Universidade de Bolonha, vencedor do Prêmio Fermi e ex-presidente da European Physical Society (EPS) e do Instituto Nacional de Física Nuclear, da Itália. Com esses atributos nada desprezíveis, ele escreveu:


“As descobertas científicas são a prova de que não somos filhos do caos, mas sim de uma lógica rigorosa. Se há uma lógica, deve haver um Autor”.


O físico afirma que a ciência não pode explicar ou reproduzir milagres. Isto equivaleria a “iludir-se com a ideia de descobrir a existência científica de Deus“, o que, para ele, é impossível:


“Se a ciência O descobrisse, Deus só poderia ser um fato da ciência e ponto final. Se a matemática chegasse ao ‘Teorema de Deus’, o Criador do mundo só poderia ser um fato da matemática e ponto final. Seria pouca coisa. Para nós, crentes, Deus é tudo, não apenas uma parte do todo”.


Dito de outra forma: se Deus pudesse ser destrinchado pela ciência (a famosa “prova científica” tão pedida pelos antiteístas), então Ele não seria mais o Criador, mas apenas uma criatura.


Zichichi descreve duas realidades da existência: a transcendente e a imanente. Esta última, diz ele, é estudada pelas descobertas científicas, enquanto a primeira é de competência da teologia.


“É um erro pretender que a esfera transcendente deva ser como a que estudamos em nossos laboratórios. Se as duas lógicas fossem idênticas, não poderia haver milagres, mas somente descobertas científicas. Se fosse assim, as duas esferas, a do imanente e a do transcendente, seriam a mesma coisa. É isto o que reivindicam os que negam a existência do transcendente, como faz a cultura ateia. Não é um detalhe. Os milagres são a prova de que a nossa existência não é exaurida no imanente. Existe algo além”.


“…é uma inteligência muito superior à nossa. É por isso que as grandes descobertas não vieram da melhora dos cálculos e das medidas, mas do totalmente inesperado. O maior dos milagres, como dizia Eugene Wigner, um gigante da ciência, é que a ciência existe”.


As palavras de Zichichi se conectam claramente às reflexões de Albert Einstein, que escreveu:


“Você acha surpreendente que eu pense na compreensibilidade do mundo como um milagre ou um eterno mistério? Afinal, poderíamos esperar, a priori, um mundo caótico, totalmente impenetrável pelo pensamento. No entanto, o tipo de ordem que, por exemplo, foi criada pela teoria da gravitação de Newton é de caráter completamente diferente: embora os axiomas da teoria tenham sido postos pelo homem, o seu sucesso pressupõe um alto grau de ordem no mundo objetivo, que não tinha qualquer justificativa para ser previsto a priori. É aqui que surge o sentimento do ‘milagroso’, que cresce cada vez mais à medida que o nosso conhecimento se desenvolve. E aqui reside o ponto fraco dos positivistas e dos ateus de profissão, que se sentem pagos pela consciência por terem não apenas liberado com sucesso o mundo de Deus, mas até mesmo por tê-lo privado dos milagres” (cf. A. Einstein, carta a Maurice Solovine, GauthierVillars, Paris, 1956).


Único Nobel italiano ainda vivo, o físico Carlo Rubbia também se deixou questionar pelo porquê de a ciência poder ser tão eficaz:


“Se contamos as galáxias do mundo ou demonstramos a existência das partículas elementares, de forma análoga provavelmente não podemos ter provas de Deus. Mas, como pesquisador, eu sou profundamente impactado pela ordem e beleza que encontro no cosmos, bem como dentro das coisas materiais. E, como observador da natureza, não posso deixar de pensar que existe uma ordem superior. A ideia de que tudo isso é resultado do acaso ou da pura diversidade estatística é, para mim, completamente inaceitável. Existe uma inteligência em um nível superior, que vai além da existência do próprio universo” (C. Rubbia, Neue Zürcher Zeitung, março de 1993).(Aletheia)

Sexta, 08 Dezembro 2017 10:13

Érico Velten vai presidir a Câmara em 2018

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Na noite de quinta-feira aconteceu a eleição da nova mesa diretora da Câmara Municipal de Montenegro. Com isso, para 2018, a presidência ficará com o pedetista Érico Velten. Além dele foram eleitos: Felipe Kinn (Vice), Josi Paz (1ª Secretária), Juarez da Silva (2º Secretário). Também ficou definido que os integrantes da CGP serão: Érico Velten, Josi Paz, Felipe Kinn Menezes, Joel Kerber e Cabelo.

Nesta semana, a Prefeitura Municipal de Montenegro, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), e o Hospital Montenegro (HM) participaram dos cursos de especialização do Projeto de Apoio ao SUS, em parceria com o Hospital Sírio Libanês. Na oportunidade, uma servidora municipal e duas colaboradoras da instituição de saúde local marcaram presença na capacitação em Qualidade e Segurança no Cuidado ao Paciente e Vigilância em Saúde.


Os cursos aconteceram na sede da Pontifícia Universidade Católica (PUC/RS) de Porto Alegre e reuniu profissionais de saúde de diversos municípios. De acordo com a representante da SMS, Nicole Ternes, enfermeira responsável pelo setor de Imunizações, os grupos separados durante o curso precisavam desenvolver um projeto para resolver um problema de saúde de instituições. A servidora municipal esteve no grupo que tratou do tema “Qualificação do processo de informação em saúde entre o Hospital Público de Montenegro e a Vigilância em Saúde do município”. Na oportunidade, a profissional destacou a importância do preenchimento completo das notificações ao Ministério da Saúde para o desenvolvimento de projetos e arrecadação de recursos.


A supervisora do setor de Enfermagem, Scheile Ruppenthal, também participou da especialização e falou do mapeamento de risco dentro dos hospitais de pequeno porte. Já a enfermeira supervisora do setor de Radiologia, Taís Rodrigues, também do HM, trabalhou a temática “Qualificação do processo de identificação do paciente na emergência do Hospital de Alvorada”. As três participantes do curso estiveram, na manhã desta quarta-feira (6), na Secretaria de Saúde, para falar da especialização com integrantes da SMS e HM. Na oportunidade, representantes das duas entidades também trataram dos fluxos de IST/AIDS e PEP Sexual.


Participaram da reunião, além das três enfermeiras, a secretária municipal de Saúde, Ana Maria Rodrigues, o diretor do HM, Carlos Baptista, as representantes da SMS, Ana Paula Martins, Vanessa Kerber e Helena Maichrak, e o técnico de segurança do trabalho do HM, José Leandro de Souza.(Foto:Acom)

A Galeria Ênio Pinalli, que fica junto ao Museu de Arte de Montenegro, abriu para visitação a exposição “Erico Santos Pinta o Teatro – uma Homenagem a Ronald Radde”. A mostra, que foi aberta na tarde de terça-feira ,5, com um coquetel, reuniu autoridades, representantes de entidades e membros da comunidade no complexo da Estação da Cultura.


A instalação expõe quadros inspirados na premiada peça “Ópera de Sangue”, de Radde, que foi lançada no ano de 2008. O autor da mostra frequentou os bastidores dos ensaios do espetáculo, o que resultou em oito pinturas a óleo sobre tela. Erico é artista plástico, premiado nas Bienais Internacionais de Arte Contemporânea da Argentina e não pôde estar presente no lançamento da exposição.


A mostra ficará disponível para visitação até o dia 28 de fevereiro de 2018, de segunda à sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h30min às 16h30min. Além das telas, o espectador poderá conferir cartazes e fotografias da peça, ler o script e conhecer os detalhes da carreira de Ronald Radde.(Foto:Acom)

Terça, 05 Dezembro 2017 09:10

Encontros Dialógicos de Saúde

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Promovido pela Secretaria Municipal de Saúde, através do Centro de Atendimento Psicossocial (CAPS), na sexta-feira (01) ocorreu a última reunião com profissionais da Saúde na Estação da Cultura.


Com coordenação da Psicóloga Daiana Gallas e da Terapeuta Ocupacional Mariana Isbarrola, a reunião abordou temas como transtornos mentais na infância e na adolescência.(Foto:Acom)

A quarta edição do Encontro de Bicicletas Antigas movimentou neste domingo o Parque Centenário. Um grande público pode conferir bikes de diversas épocas, comércio de peças novas e usadas e sorteio de brindes entre os presentes.(Foto:Acom)

Sexta, 01 Dezembro 2017 09:19

Bicicletas antigas invadem o parque no domingo

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Depois dos apaixonados por fuscas e combis e pela arte do colecionismo, o Parque Centenário de São Sebastião do Caí voltará a ser sede de um encontro de apreciadores de veículos. Só que dessa vez, serão as magrelas que tomarão conta do espaço no domingo, dia 3, quando ocorre a quarta edição do Encontro de Bicicletas Antigas, organizado pelo Old Bike Maníacos Vale do Caí com apoio da prefeitura.

 

A programação ocorrerá das 9 às 17 horas e terá entre suas atrações mostras de bicicletas antigas, de miniaturas de carros antigos, de antiguidades e bikes Rat, Custom e rebaixadas. O evento contará ainda com comércio de peças e sorteio de uma bicicleta antiga entre os participantes. Outra atração confirmada é a quarta edição do Monateraço, passeio com monaretas e bikes antigas com saída às 10h30min do domingo. “Esperamos entre 80 e cem participantes de todo o Estado no encontro, que tem entrada totalmente gratuita. Vale ressaltar ainda que para participar no Monateraço é só chegar com sua bicicleta antiga e se juntar a nós”, destaca Júlio César Mello, da comissão organizadora do evento.

 

Mais informações podem ser obtidas com Júlio pelo telefone (51) 9994-3782.

Quinta, 30 Novembro 2017 09:03

Em Mianmar, Papa pede respeito a todos os grupos étnicos

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O Papa Francisco pediu nesta terça-feira (28), em Mianmar, o “respeito a todos os grupos étnicos”, mas evitou pronunciar a palavra “rohingya”, e não fez menção direta ao êxodo desta minoria muçulmana vítima de perseguições.


Contrariamente a sua postura habitual, o pontífice evitou falar diretamente da violência no oeste de Mianmar. Desde o final de agosto, mais de 620.000 rohingyas se refugiaram em Bangladesh, fugindo dos abusos, assassinatos e torturas cometidos pelo Exército birmanês e por milícias budistas.


Em um discurso pronunciado diante das autoridades civis do país na capital de Naypyidaw, no segundo dia da primeira visita de um papa a Mianmar, Francisco também pediu um “compromisso pela justiça e respeito aos direitos humanos”.


O papa se pronunciou após encontrar a líder birmanesa Aung San Suu Kyi no palácio presidencial, na capital Naypyidaw, para uma reunião de 45 minutos.
No encontro, Suu Kyi se comprometeu a proteger os direitos e promover a tolerância para todos.


“Nosso governo tem como objetivo realçar a beleza de nossa diversidade e reforçá-la, ao incentivar a tolerância e garantira segurança para todos”, declarou a Prêmio Nobel da Paz.


A Igreja birmanesa defende a Nobel da Paz diante das múltiplas críticas à sua falta de empatia por esta minoria que vive principalmente no oeste do país.
Sinal da reprovação internacional, a cidade britânica de Oxford, onde Suu Kyi estudou e criou seus filhos, retirou o título honorário entregue a ela em 1997.
“Hoje, tomamos a medida sem precedentes de despojá-la da mais alta honra da cidade por sua falta de ação diante da opressão da minoria dos rohingyas”, afirma o texto, aprovado por unanimidade.


– Temores da Igreja local –


O discurso do papa era aguardado com ansiedade. Em agosto, ele expressou “toda sua proximidade”, ao se referir a seus “irmãos rohingyas”.
“Todos nós pedimos ao Senhor que os salve e que inspire homens e mulheres de boa vontade a ajudá-los a ter todos seus direitos respeitados”, acrescentou.
Mas a Igreja Católica local havia pedido que não contrariasse uma população predominantemente budista, usando a palavra “rohingya”, verdadeiro tabu no país.
O arcebispo de Yangun, Charles Bo, primeiro cardeal do país, recomendou que o pontífice evitasse essa palavra e adotasse a expressão “muçulmanos do estado de Rakine”.


Essa terminologia oficial e neutra é a que a líder birmanesa Aung San Suu Kyi gostaria de impor para evitar a guerra semântica entre a denominação “bengali” (usada pela maioria budista de Mianmar) e “rohingya” (usada por esses muçulmanos para se referirem a si mesmos).


O termo “bengali” é devido ao fato de, em Mianmar, serem considerados imigrantes ilegais do vizinho Bangladesh, apesar de muitos deles viverem no país há várias gerações.


“Mesmo sem dizer a palavra, sabemos que se trata dos rohingyas. Devemos apoiar os pobres, aqueles que sofrem”, declarou à AFP uma religiosa católica da Tailândia que viajou para Yangun para assistir à grande missa papal na quarta-feira.


“É claro que desejaria que o papa usasse a palavra rohingya”, disse à AFP Aung Kyaw Moe, um ativista rohingya.


“Pode ser que não use aqui, mas ao final de seu viagem, quando estiver em Bangladesh”, acrescentou.


Segundo as Nações Unidas, o Exército realiza no oeste de Mianmar uma “limpeza étnica” contra os rohingyas.


Isso não impediu o chefe do Exército, general Min Aung Hlaing, de assegurar ao papa na segunda-feira que “não há, de jeito nenhum, discriminação religiosa” no país.


O encontro entre o papa e o general – “de cortesia”, segundo o Vaticano – durou apenas 15 minutos.


Desde a promulgação de uma lei em 1982, os rohingyas foram privados da nacionalidade birmanesa e constituem a maior população apátrida do mundo.
São vítimas de múltiplas discriminações: trabalho forçado, extorsão, restrições à liberdade de circulação, regras injustas de casamento e confisco de terras. Também têm acesso limitado à educação e a outros serviços públicos.(Aletheia)

Quarta, 29 Novembro 2017 10:04

Montenegro recebe musical de Goiânia em novembro

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No dia 30 de novembro Montenegro recebe o concerto do grupo goiano Corporação Musical Cemadipe. A apresentação faz parte da última etapa do projeto nacional Sonora Brasil Sesc e acontece às 15h, na Estação da Cultura (Rua Osvaldo Aranha, 2205). A classificação indicativa é livre e a entrada é franca.


Criada em 2005, a Corporação Musical Cemadipe surgiu como uma proposta de educação musical para os jovens de Aparecida de Goiânia. Em suas apresentações, o grupo traz naipes de metais, percussão e instrumentos de fanfarras, em um repertório composto por clássicos e canções de compositores goianos.


Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (51) 3649-3403, no site www.sesc-rs.com.br/montenegro e na página www.facebook.com/sescmontenegro.(Foto:Acom)

Aristóteles disse que a amizade é a coisa mais necessária na vida. Cícero assegurou que a amizade é o sol da vida. Sobre pais e mães há milhares de frases famosas. Mas a literatura é escassa em elogios aos tios. Isso há de mudar, principalmente porque existem tios como Toni Nadal.


Toni entrou em nossas vidas há 27 anos, quando começou a treinar seu sobrinho Rafa, um dos melhores tenistas da história. Rafa soube enfrentar as lesões, lutar, ganhar partidas em que não era favorito, levantar-se, jogar com dores nos joelhos e, além disso, viver o espírito esportivo, a boa educação e o sorriso graças ao seu ambiente familiar e profissional. Para isso, Toni Nadal foi essencial.


O Prêmio Nobel da Paz, Desmond Tutu, disse que a gente não escolhe nossa família e que ela é um presente que Deus nos dá. Rafael Nadal teve a sorte de ter como tio um homem forte, ambicioso, humilde e valente.


Recentemente, o jornal El País publicou uma carta em que Toni informa que está se aposentando como técnico. É uma carta muito emotiva, da qual destacamos algumas frases:


1. Em primeiro lugar, o título. “Obrigado, Rafael”. Não há um verbo em primeira pessoa nem um lamento. A valorização de todos esses anos é de alguém que reconhece qual é o seu papel nessa história. Seu dedo aponta para a estrela, ou seja, Rafa.


2. O sentido pedagógico do treinamento: “Desde o início da trajetória de meu sobrinho no tênis, tentei desenvolver um caráter forte e resolutivo para fazer frente às dificuldades do tênis em particular e da vida em geral”.


3. Como ele colocou Rafa para cima: “Fui mais irritante que gentil, mais exigente que orgulhoso. Procurei nele mais um ponto de insatisfação do que de aprovação e sempre transferi para ele toda a responsabilidade”.


4. Espírito de fair play: “Tive a sorte de conviver com uma geração de grandes jogadores, mas sempre quis que a defesa dos interesses do meu jogador não me impedisse de ver os outros de uma perspectiva mais ou menos equânime. Nunca quis que a rivalidade ultrapassasse os limites da quadra nem enxerguei nenhum adversário como inimigo. Isso me permitiu apreciá-los, respeitá-los e aprender com eles”.


5. Chamada à ação virtuosa do esporte. In medio virtus, dizia Aristóteles. E o técnico levou isso para a dimensão que o esporte tomou na vida das pessoas: “Creio que nos faria muito bem se começássemos a moderar nossas paixões no campo esportivo e estendê-las às outras áreas de nossa vida”.
6. Agradecimento às pessoas que fizeram parte da jornada, principalmente à equipe: “Agradeço pela entrega, pelo compromisso, pela amizade. A convivência com todos me enriqueceu enormemente como profissional e, claro, como pessoa”.


7. Reconhecimento ao trabalho jornalístico: os jornalistas “demonstraram tanto rigor quanto respeito pela figura de meu sobrinho e, por extensão, pela minha. Não caíram na prática do desprestígio quando as coisas estavam complicadas para o Rafael. Sentimos muito mais o alento e a compreensão dos meios de comunicação do que a intenção de colocar lenha na fogueira quando atravessávamos crises ou quando sofríamos por causa das lesões”.


8. A apreciação pelo “respaldo e carinho” de Nadal, que se manifestaram inclusive nas noites em claro, assistindo às partidas.


9. Agradecimentos a Rafa: “A relação com ele sempre foi atipicamente fácil dentro do mundo em que vivemos. Graças à sua educação, respeito e paixão, pude entender esta profissão. Graças a ele vivi experiências que superaram todos os meus sonhos como técnico. Viajei ao seu lado a lugares incríveis e conheci pessoas relevantes e interessantes. Hoje, sinto-me enormemente valorizado e querido, pois a figura dele engrandeceu a minha muito mais do que eu mereço.”


10. “Para não haver mais lágrimas, melhor um até logo, porque isso não se acaba. Vou com meus alunos de Manacor”.


Você pode imaginar a carta que Rafael vai querer escrever para seu tio? Sem dúvida, ela será selada em cada partida que ele jogar a partir de agora, porque o exemplo de Toni Nadal seguirá empunhando a raquete de Rafa.


Il sangue del soldato fa grande il capitano, dizem na Itália. Em bom português: o sangue do soldado engrandece o capitão.(Aletheia)

Segunda, 27 Novembro 2017 10:08

Noite encantada com o Cemaca abre o Natal no Coração

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Com uma noite de encantamento e emoção, o Centro de Educação Municipal dos Alunos Caienses (Cemaca) abriu a programação oficial do Natal no Coração de São Sebastião do Caí. Sob o tema Valorizando a diversidade cultural através da dança, os grupos da instituição fizeram belíssimas apresentações para o público que lotou o Centro de Cultura. Estiveram no palco os grupos de dança Caí Zum, Lustige Kinder categorias juvenil, infantil e mirim, grupos de dança do Centro Recreativo da Terceira Idade e Sempre Unidos e o Grupo de Danças Folclóricas de São Sebastião do Caí. Ao final das apresentações os grupos receberam estandartes oficiais para cada um deles.(Foto:Acom)

Sexta, 24 Novembro 2017 10:02

Prefeito recebe demandas do Bairro Panorama

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lunos da EMEF Adolfo Schüler visitaram o Prefeito Kadu Müller na quinta-feira ,23, e, na ocasião, entregaram uma carta com os resultados da pesquisa e sugestões de melhorias para o bairro Panorama. A carta é o resultado de um estudo, realizado pelos alunos, que apresenta as condições do bairro.


A visita teve a presença dos alunos Joaquim Freitag, Angélica Pequerino e Lauane Martins, acompanhados da vice-diretora Patrícia Kerber, da supervisora Ciglia Silveira e da professora do 3º ano Renata Stiehl da Rosa.


O Chefe do Executivo encaminhará as demandas e as solicitações, descritas no estudo, às secretarias responsáveis para posteriores ações.(Foto:Acom)

Quinta, 23 Novembro 2017 09:23

SMMA faz palestra na EMEF Dona Clara Camarão

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A Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SMMA) esteve nesta quarta-feira (22) na Escola Municipal de Ensino Fundamental Dona Clara Camarão para tratar sobre o consumo consciente de água e de energia elétrica.


A assessora especial do setor, Joana Santos, esteve na instituição e fez uma apresentação para alunos para mostrar os riscos que o desperdício de água e energia representam para o meio ambiente. Também explicou que a prática de atitudes diárias de combate ao desperdício de água e luz preserva os recursos naturais, evita problemas de abastecimento, além de contribuir para a sobrevivência e o desenvolvimento da humanidade.


Joana também entregou para os alunos o "Papa Pilhas" para recolhimento e reciclagem de pilhas e baterias portáteis usadas. Assim contribuindo para uma adequada disposição desses materiais, cujos resíduos tóxicos representam um risco ao meio ambiente e à saúde publica.(Foto:Acom)

Quarta, 22 Novembro 2017 10:12

Sinodal apresenta programa de ensino a distância

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Na tarde de terça-feira ,21, o Prefeito Municipal Kadu Müller recebeu a visita do Diretor do Colégio Sinodal Progresso, Lório José Schrammel, e da Coordenadora do Polo Unisinos, Silvia Polgati. Na ocasião foi apresentado ao Chefe do Executivo o programa de ensino a distância, Polo Montenegro, oferecido em parceria com a Unisinos.
Ainda, foram abordadas possíveis parcerias futuras entre a Administração e o Colégio Sinodal Progresso, envolvendo cursos técnicos de enfermagem, alimentos, informática e mecânica.
Participaram, também, da reunião a Secretária Municipal de Educação e Cultura, Rita Júlia Carneiro Fleck e a Secretária Municipal de Saúde, Ana Maria Rodrigues.(Foto:Acom)

Terça, 21 Novembro 2017 10:50

Quando devo montar a árvore de Natal?

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Veja o que diz a tradição cristã


Hoje ela é rodeada de presentes, e majestosamente enfeitada com bolas e guirlandas luminosas. Mas nem sempre foi assim. Antigamente, a árvore de Natal era decorada com frutas, flores e doces.


A tradição surgiu na França do século XVI, quando só havia permissão para cortar árvores a partir do dia 21 de dezembro. As pessoas, então, deixavam as árvores em suas casas até 24 de dezembro. Depois, a tradição foi mudando. Atualmente, algumas pessoas montam a decoração uma ou duas semanas antes do Natal para conservá-la bem até a noite natalina. Mas há também os que seguem a tradição cristã e tomam o calendário do Advento como referência.

 

No começo do Advento


Segundo a tradição cristã, é costume decorar a árvore de Natal a partir do primeiro domingo do Advento (que este ano cai no dia 3 de dezembro) e desmontá-la na Epifania, que é celebrada em 6 de janeiro.


Realmente, se a árvore está lá para decorar e dar um ar mais caloroso ao interior da casa, tem tudo a ver permanecer lá para acompanhar este período de espera pelo nascimento de Cristo.


Já a tradição ortodoxa diz que a árvore deve ser preparada no dia 6 de dezembro – dia de São Nicolau.


Duas semanas antes do Natal


Se você escolher uma árvore artificial, não há nenhum problema em montá-la um mês antes. Mas a coisa muda de figura se ela for natural. Se você for usar o autêntico pinheiro de Natal, recomenda-se adquiri-lo duas semanas antes do dia 25 de dezembro, para que ele fique bem conservado e bonito para o “dia D”.
Aproveitar as ofertas


Por fim, fugindo dos critérios da tradição cristã e da conservação do pinheiro, você pode levar em conta outro detalhe: as árvores decorativas têm preços mais baixos perto do Natal, inclusive no dia anterior, pois as lojas querem zerar os estoques.


Assim, nada impede que você aproveite um pouco mais da decoração mesmo depois da Noite Feliz.( Morgane Macé (Aleteia) | 20 de Novembro de 2017)

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