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Educação

 Saber lidar com as diferenças é fundamental para garantir o respeito entre as pessoas. Saber ganhar ou perder também faz grande diferença quando se quer ter uma vida equilibrada. Tratar questões como estas, desde a infância, ajuda a formar cidadãos melhores.


 No Instituto de Educação São José, outubro é o mês das crianças e por isso são realizadas várias atividades para que a garotada se divirta ao máximo. Mas brincando também se aprende.

 

 A turma da Educação Infantil faz um cronograma especial de pequenas atividades para comemorar o Mês da Criança no São José. A programação foi composta por Cinema com pipoca, Dia do Cabelo maluco, Dia da Bicicleta na escola, Piquenique especial, Jogoteca, Culinária, Hora do Conto especial, Festa de Halloween, além das atividades para todo o Turno da Tarde, como Hora Cívica do Dia da Criança e a tradicional Tarde da Alegria e Fantasia.

 

No dia 6 aconteceu o Dia do Time. As turmas de Educação Infantil vestiram as camisetas de seus times para celebrar a diferença. As professoras realizaram intervenções a respeito da competição entre os times e falaram sobre perder e ganhar.

 Dia 29, sexta-feira, às 16h a comissão pro UERGS estará reunida na atual sede da instituição, no prédio da Fundação Municipal de Artes de Montenegro (Fundarte). O objetivo do encontro é tratar sobre a permanência da universidade em Montenegro.

 

 Conforme Ezequiel Souza, membro do grupo que busca a continuidade dos trabalhos da UERGS na cidade, o encontro foi deliberado durante Audiência Pública realizada por solicitação do Deputado Estadual Tarcísio Zimmermann, na data de 30 de agosto.


 A reunião contará com a participação da Associação dos Municípios do Vale do Rio Caí (Amvarc), poderes Executivo e Legislativo municipal e membros do diretório acadêmico da universidade.

 

 A expectativa é de que ao término do encontro se tenha a indicação, por parte do Governo Municipal, de um novo local para abrigar a universidade. “A gente sabe que a universidade busca se estabilizar em Montenegro e para isso precisa de infraestrutura que comporte todos os cursos, estudantes, professores e funcionários”, comenta Souza.

 

 De acordo com ele, a reunião estará aberta às lideranças políticas da região, pois é importante que todos estejam conscientes quanto a importância da UERGS para a região.

 Mesmo gostando muito dos filmes de terror, tem gente que acaba dormindo com a luz ligada após assistir uma produção do gênero. É comum sentir medo, mas essa sensação muda quando se conhece os bastidores das gravações. Como isso é algo um pouco difícil de acontecer, os professores da Escola Estadual Cel. Álvaro de Moraes, de Montenegro, pensaram em uma atividade que fizesse os alunos perderem o medo ao mesmo tempo em que aprendessem algo novo.


 Um projeto interdisciplinar, envolvendo as áreas de linguagens, propôs aos estudantes a criação de trailers de terror. O projeto denominado “Perdendo o Medo do Medo” fez com que os estudantes criassem textos, roteiros, realizassem gravações, edições dos filmes e, claro, estrelassem suas próprias produções.

 

 O trabalho envolveu as disciplinas de língua portuguesa e inglesa, artes e educação física. “Esse projeto visa que eles percam o medo de sentir medo. Os alunos gostaram pelo fato de envolver toda turma”, comenta a professora de português Ivanete da Cunha. Segundo ela, o uso da tecnologia também foi fomentado na atividade, já que os alunos utilizaram celulares para as filmagens e programas de edição de vídeo.

 

 Diferente das superproduções de Hollywood, os alunos tiveram pouco tempo para “estrear” seus filmes. Todo o processo de montagem e gravações ocorreu em um mês. Para o aluno Matheus Druzian, esse foi o projeto mais interessante trabalhado até agora na escola. O grupo do adolescente contou a história de um estudante que após a morte volta para assombrar os amigos.

 

 Lívia Maria de Oliveira relata que no início achou que o trabalho não daria certo. Mas com o passar do tempo os colegas mostraram união e dedicação. No final, como em todo filme que se preze “... todo mundo gostou e ficou feliz com o resultado”, afirma a jovem.

 A Diretora da Escola Técnica Estadual São João Batista, Valéria Rodrigues, explicou os motivos do encerramento do Curso Técnico em Turismo no educandário. Conforme a educadora, conseguir a implementação do curso na escola exigiu uma série de reuniões com a Secretaria de Educação do Estado, e quando houve a liberação já se sabia que teria data certa para término.


Valéria relata que a Copa do Mundo e as Olimpíadas contribuíram para que o Governo do Estado investisse na implementação do curso, mas passado esse período não é de interesse dar continuidade. Outro fator, considerado por ela determinante para a interrupção das atividades foi a queda do número de alunos.


 Atualmente, nenhum curso técnico é mantido com menos de 16 alunos por turma. Somente na Escola São João Batista, por exemplo, foram encerradas seis turmas do Curso Técnico em Química, no primeiro semestre deste ano.

 

 Agora a direção da escola luta para conseguir implementar um novo curso de guia de turismo nacional. Este deve atender exigências básicas das Secretaria de Turismo e de Educação do Estado. Além disso, a diretora espera conseguir subsídio de, pelo 50%, nas despesas de viagens dos alunos.

 

Foto:Divulgação

 Sabe quando falta luz à noite e você se sente meio perdido dentro da sua própria casa? Ou quando você anda pelas ruas e a energia acaba dando espaço para a escuridão total? As dificuldades momentâneas enfrentadas nesse tipo de situação por qualquer cidadão multiplicam-se quando se trata de alguém com deficiência visual.


 Para quem não enxerga, coisas simples como embarcar em um ônibus ou atravessar a rua podem se tornar tarefas perigosas. Pensando nisso, alunos do 5º ano do Instituto de Educação São José desenvolveram um protótipo de sinaleira para deficientes visuais.

 

 O projeto foi idealizado na disciplina de Empreendedorismo e Ética, coordenado pela Professora Ana Paula Colling. A proposta da atividade foi fazer com que os alunos pensassem em algo que gostariam de ver funcionando fora da sala de aula. Além disso, eles próprios precisaram divulgar o produto por meio de propaganda.

 

 A primeira etapa foi desenvolver a sinaleira. Para isso eles pesquisaram sobre o alfabeto braile e, a partir dele, aprenderam a escrever na linguagem. Para concluir a proposta, a garotada contou com ajuda de alguns pais. Jaime Büttenbender foi um deles.

 

 Ele acompanhou as crianças até a Rua Osvaldo Aranha, local onde simularam como seria o funcionamento do experimento. Conforme Jaime, a ideia é que o sistema seja adotado por alguma empresa e possa se tornar uma realidade no dia-a-dia da população.

 

 Na prática, a sinaleira vai funcionar através de um sistema interligado ao do semáforo convencional. O pedestre deve se aproximar do equipamento e fazer a leitura das palavras “Aberto” ou “Fechado” com as próprias mãos.

 

Foto:Jaime Büttenbender

 Centenas de alunos de todas as escolas lotaram o ginásio B para conferir a premiação


 Foram conhecidos na manhã de sábado, dia 26, os cinco projetos vencedores da quarta edição da Mostra Caí na Pesquisa. Após dois dias de exposição de 43 projetos desenvolvidos por escolas da redes municipal e estadual no ginásio B do Parque Centenário, a comissão avaliadora elegeu os seguintes trabalhos:

 

– Conti;Nue, da Escola Estadual Felipe Camarão;
– Máquina de Algodão doce com Material Reciclável e Sucatas, da Escola Estadual São Sebastião;
– Diferentes Fases da Vida Escolar, Escola Municipal David Canabarro;
– Chovendo Histórias com a Família, Escola Municipal Alberto Pasqualini;
– Não ao Suicídio: Sua Vida tem Valor, da Escola Municipal David Canabarro.
Os cinco projetos irão representar São Sebastião do Caí na Mostratec Júnior 2017, que ocorre em outubro paralelamente à Mostratec, em Novo Hamburgo.
A premiação foi entregue pelo prefeito Clóvis Duarte, secretários municipais da Educação, Cultura e Desporto (Smecd), Simone Hensel, e da Administração, Planejamento e Meio Ambiente, Luciano Baldessarini, e pelo diretor executivo da Fundação Escola Técnica Liberato Salzano Vieira da Cunha, de Novo Hamburgo, Leo Weber.

 

Fonte:Imprensa São Sebastião do Caí

 A Universidade de Santa Cruz d Sul (Unisc) realizou a etapa Montenegro do Projeto QI. A iniciativa é desenvolvida pela Rádio Atlântida FM em parceria com a universidade.
O objetivo é testar os conhecimentos dos estudantes através de jogos e brincadeiras sobre temas variados.A iniciativa também promove a integração entre estudantes e professores.


 O QI Unisc foi realizado na Escola Estadual Dr. Paulo Ribeiro Campos, o Polivalente. Participaram do evento alunos do Colégio AJ Renner, Escola Técnica São João Batista, São José e Ivo Büller, o CIEP.

 

Foto:Divulgação

 A unidade de Montenegro da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (Uergs) conta com cerca de 400 acadêmicos. Muitos estudantes são oriundos das mais variadas cidades do estado, o que faz com que, entre outras coisas, movimentem a economia local usando serviços de restaurantes e transporte público. Além disso, para o Deputado Tarcísio Zimmermann, a universidade garante que o título de “Cidade das Artes” seja mantido ao município.


 Vendo a importância que a Uergs tem para Montenegro e o “fantasma” de sua saída da cidade, Tarcísio propôs a realização de uma audiência pública para debater o tema.

 

 O deputado defende que o município deve oferecer apoio para que o campus não seja transferido. Cidades como Canela e Porto Alegre, por exemplo, já acenaram interesse em receber a instituição de ensino.

 

 Zimmermann esteve na Câmara de Vereadores e na Prefeitura de Montenegro pedindo apoio a ambos os poderes para “lutar” pela Uergs. Além disso, espera que outros setores se unam em para apoiar a universidade.

 

 A audiência pública será realizada no dia 30, quarta-feira, às 19h, na Câmara de Vereadores de Montenegro. A promoção do evento é da Comissão de Assuntos Municipais da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, a pedido de Tarcísio.

 Guilherme Bilhalva desenvolve ações pedagógicas pelo Zoom Education For Life. Ele viaja por diversas cidades do Rio Grande do Sul para auxiliar educandários que trabalham com educação tecnológica. Recentemente, Guilherme esteve presente a 5ª edição do Torneio de Educação Tecnológica - Lego realizado pelo Instituto de Educação São José. Com a experiência de quem conhece bem o assunto, ele destaca que o educandário é referência nos projetos que vem desenvolvendo.


 O orientador relata que a robótica estimula a formação dos alunos nos mais diferentes aspectos, entre eles, o comportamento sócio emocional e a oratória. Segundo Bilhalva, por meio de aulas lúdicas, as crianças tornam-se protagonistas do seu próprio aprendizado, através da elaboração de projetos e objetos que auxiliam na resolução de problemáticas propostas pela escola.


 A cada ano o Instituto São José promove torneios com o objetivo de estimular o raciocínio e a criatividade dos educandos. Conforme a professora coordenadora de educação tecnológica, Andréia Nascimento, a quinta edição teve como tema a sustentabilidade.


 Alunos dos terceiros, quartos e quintos anos participaram de tarefas como elaborar grito de guerra para suas equipes, trabalhar em pesquisas e finalmente construir robôs para executar tarefas propostas pela escola. Durante a última etapa do torneio, eles usaram suas criações em uma série de atividades pensadas para serem executadas com máquina simples, ou seja, robôs que executam movimentos para trás e para frente, podendo ter garras.


 Sete equipes participaram do torneio, a grande vencedora foi Lego Armys da turma do quinto ano. Mas a professora lembra que o lema da escola é “O importante é o que se aprende e não o que se ganha”, com isso, todas as equipes podem ser consideradas campeãs.

 Desde que o Plano Municipal de Educação foi aprovado, em 2015, duas vezes por ano, ao término de cada semestre a Secretaria Municipal de Educação promove um Fórum Municipal de Educação. O objetivo do evento e debater e avaliar se as metas propostas pelo Plano Municipal estão sendo cumpridas.


 O primeiro fórum de 2017 ocorreu no Espaço Cultural Braskem, no complexo da Estação da Cultura. Segundo a Secretária de Educação, Silvana Schallenberger, cada meta é analisada e recebe uma nota, desta forma fica mais fácil identificar se há necessidade de alterações para o cumprimento da mesma. “A cada ano a meta tem que ser revista para que se adeque a realidade atual”, explica Silvana.

 

 A secretária destaca que a aplicação do Plano Municipal de Ensino dá o rumo certo que deve ser seguido para que se alcance melhorias na área da Educação. Por meio dele, são discutidas questões como abertura de novas escolas, métodos de ensino e até mesmo o Plano de Carreira do Magistério.

 

 O fórum é composto por representantes de vários setores da comunidade.