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 Numa tentativa de reduzir os gastos, o Governo do Estado do Rio Grande do Sul vem anunciando uma série de cortes e fechamentos de fundações, como é o caso da Fundação Estadual de Planejamento Metropolitano e Regional (Metroplan). A extinção desta fundação, em especial, preocupa Alzir Aluisio Bach, presidente do Conselho Regional de Desenvolvimento do Vale do Caí (Codevarc). O motivo para a preocupação diz respeito ao Projeto de Minimização das Cheias do Rio Caí.


 O projeto encontra-se em tramitação junto ao Ministério das Cidades, na Capital Federal, atrelado à Metroplan. Com o fechamento da fundação, Alzir acredita que possa, ocorrer entraves do andamento do processo. “É uma questão que nos preocupa. Esperamos que esse hiato não prejudique o fluxo do projeto que está em andamento no Ministério das Cidades”, comenta.

 

 Contudo, Alzir diz que já existe uma alternativa apontada como possível solução para o caso. “Em uma reunião técnica que tivemos com o Ministério das Cidades, houve a sugestão que os municípios, através do Consórcio Cis/Caí, absorvam esse projeto junto ao Governo Federal. É uma alternativa, mas, não quer dizer que será colocada em prática”, comenta.

 

 O presidente do Conselho Regional lembra que, para que em 2018 o fluxo do projeto no Ministério das Cidades ocorra de forma normal, essa discussão deve ser resolvida até o final do ano. “Tecnicamente o projeto está aprovado junto ao Ministério das Cidades, falta agora a batalha pelo recurso”, conclui.


Este texto é uma continuação do artigo “100 anos do Milagre do Sol”. Para ler a primeira parte, clique em:


100 ANOS DO MILAGRE DO SOL


O significado do Milagre do Sol


Para o povo mais simples, o milagre se resume em bem menos palavras. Simplesmente, “o sol dançou”. Mais do que descrever fisicamente o fenômeno, o que interessava à maioria das pessoas era o que não se podia ver, mas que ficara patente por aquela portentosa obra que eles tinham diante dos olhos: Nossa Senhora verdadeiramente apareceu a três humildes pastorinhos em Fátima.

 

A Lúcia, Jacinta e Francisco, de fato, foi dada uma visão bem mais abrangente da realidade. Eles declararam sobre a Virgem Maria:


“…abrindo as mãos, fê-las refletir no sol. E enquanto que se elevava, continuava o reflexo da Sua própria luz a projetar-se no sol (…) Desaparecida Nossa Senhora, na imensa distância do firmamento, vimos, ao lado do sol, São José com o Menino e Nossa Senhora vestida de branco, com um manto azul”.


Na última aparição da Virgem de Fátima, portanto, brilha perante os videntes a imagem da Sagrada Família de Nazaré!


Esse fato pode indicar que “o confronto final entre o Senhor e o reino de Satanás dirá respeito diretamente à família e ao matrimônio”. Quando o caminho ordinário de santificação da humanidade, que é o casamento, se encontra obstruído pela produção desenfreada da pornografia e pela popularização dos “pecados da carne” (que, segundo resposta da própria Virgem Maria à pequena Jacinta, constituem a classe de pecados que mais ofende a Deus), o resultado só pode ser uma perda incalculável de almas (realidade a que a Mãe de Deus já tinha aludido, quando deu às mesmas crianças a visão do inferno).


Naquele 13 de outubro, a Virgem Santíssima tinha um pedido especial, que ficaria gravado no coração dos pastorinhos:


“Não ofendam mais a Deus Nosso Senhor, que já está muito ofendido”.


Aos observadores mundanos, tal recado poderia parecer “arcaico” ou “irrealista”: um “espírito” que vem dos céus para falar de “pecado”? Em que século a autora dessas aparições acha que estamos? Pois bem, é justamente no século XX que Nossa Senhora aparece, e é a mesma mensagem de dois mil anos atrás que ela carrega consigo: “Fazei tudo o que Ele vos disser” (Jo 2, 5).


Acontece que os tempos mudaram, sim, mas o ser humano continua o mesmo. E os perigos que rondavam a humanidade na época de Cristo não mudaram. Para ser católico e seguir Jesus, nada mais elementar que o apelo de Fátima: “Não ofendam mais a Deus Nosso Senhor”.


O Milagre do Sol não apenas confirmou as aparições de Maria em Fátima: ele também visa realizar um milagre muito maior e mais extraordinário que qualquer outro: a salvação das almas, a conversão dos pecadores; “para que todos acreditem” em Jesus e, acreditando, tenham a vida eterna.(Aleteia)

Segunda, 16 Outubro 2017 19:54

Por que tenho tanto medo de dizer o que eu penso?

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Creio que, às vezes, a opinião dos outros importa muito para mim. Para o psicólogo Solomon Asch, “a conformidade é o processo por meio do qual os membros de um grupo social mudam seus pensamentos, decisões e comportamentos para se ajustar à opinião da maioria.”


Em 1951, Asch realizou estudos de conformidade com o grupo com estudantes de várias classes. Na pesquisa, demonstrou-se o poder que o grupo tem para condicionar as respostas dos estudantes. Diante de uma verdade evidente, eles optavam por aquilo que a maioria dizia. Mesmo que a resposta não fosse correta.
A pressão da sociedade parece um obstáculo insuperável. Eu padeço da síndrome de Solomon; tomo decisões e adoto comportamentos para evitar me sobressair ou me destacar dentro de um grupo. Às vezes, me nego a sair do caminho trilhado pela maioria.


Não quero chamar a atenção, não quero me destacar. De forma inconsciente, temo me sobressair em excesso por medo de que minhas virtudes e sucessos ofendam os outros. Ou por medo de ser criticado se eu fracassar ou algo der errado.


Essa atitude é um manifesto do lado obscuro da minha condição humana. Revela minha falta de autoestima e de confiança em mim mesmo. Acabo pensando que meu valor como pessoa depende do quanto os outros me valorizam.


Ao ler sobre essa síndrome, pensei nas vezes em que deixei de fazer alguma coisa por medo de chamar a atenção. Calo a minha opinião, oprimo minha força e consinto com os que impõem seus juízos. No fim, me adapto e digo que penso o que os outros pensam, embora não seja verdade o que eles dizem.


Eu vejo que a realidade não é como os outros mostram, mas acabo assumindo como verdadeiro o que me parece falso. É o medo de ficar fora do grupo, de um entorno que protege, dos amigos que cuidam de mim. O medo de expor em público, o medo das críticas, das acusações e difamações. A opinião dos outros sobre o mim me importa muito. E eu me protejo. Por isso, não quero chamar a atenção. Escondo-me no mais profundo da massa.


Dizia P. Kentenich: “uma olhada na vida atual mostra como é difícil encontrar homens verdadeiramente livres nos diversos setores da população. A maioria são vis escravos e covardes, massificados, pessoas para quem a verdade já não é mais a adequação do entendimento ao objeto, mas a adaptação do entendimento com o apetite sensitivo”.


Assumo como verdade o que não é verdade. E o proclamo como minha bandeira, para que não me excluam do grupo que me protege. Deixo, então, de dar o que tenho. Por medo. Deixo de dizer o que penso para não destoar. Deixo de fazer o que quero para fazer o que os outros esperam que eu faça. Deixo de falar. Meu silêncio me acusa. Deixo de olhar e me escondo. Deixo de caminhar e me detenho.

Tenho medo que os outros me julguem. Não quero a reprovação. Não quero que me deixem sozinho. Não quero a crítica nem o juízo. É fácil criticar e condenar o que não pensa como eu. É fácil acabar com sua fama e denegri-lo. Isso é o que me dá medo.


Dizia o Papa Francisco: “A necessidade de falar mal do outro indica uma baixa autoestima, ou seja, eu me sinto tão em baixo que, em vez de subir, abaixo o outro. É saudável esquecer rápido o negativo”.


A crítica surge de um coração imaturo, insatisfeito, sem paz, que se sente inferior. Nasce de um coração ferido. E há muitos corações assim. Vejo que isso também acontece comigo quando critico, quando julgo e condeno para que eu fique por cima.


Quero que os outros se adaptem ao que eu penso. Ajam como eu. Estejam onde eu estiver e sigam os meus passos. Pretendo exigir que os outros o façam, claro, com liberdade. Que digam que são livres, mesmo isso não seja verdade. Não me pergunto o que eles querem fazer de verdade, o que pensam, em que acreditam.
Talvez seja minha baixa autoestima que manda em minhas decisões. Não quero que saibam e conheçam meu coração tão frágil. Não quero que vejam minha fraqueza. Talvez seja esse medo do ridículo que me paralisa. O medo de seguir caminhos solitários.


E se tenho que dizer o que penso? Não sei. Me dá medo esse valor exagerado, que pode ter consequências desagradáveis para mim. Não quero ter medo de dizer o que penso e sinto. Mas tenho. Quero falar sobre o que acredito. Da fé que move minha vida. Se o medo de travar, não serei eternamente livre, plenamente homem. ( Aleteia)

 O papa Francisco canonizou neste domingo (15/10) os 30 "mártires do Rio Grande do Norte", considerados os primeiros mártires do Brasil, assassinados em 1645. Na cerimônia realizada na praça de São Pedro, no Vaticano, o pontífice também proclamou santos os três "meninos mártires de Tlaxcala", do México, assassinados entre 1527 e 1529.


 Como é habitual, Francisco usou a fórmula em latim para proclamar a santidade e pedir que os nomes fossem inscritos nos livros dos santos da Igreja. Durante a cerimônia também foram canonizados o sacerdote espanhol Faustino Míguez (1831-1925), fundador do Instituto Calasancio Filhas da Divina Pastora, e o capuchinho italiano Angelo da Acri.

 

 O grupo de santos brasileiros são considerados os primeiros mártires do país e foram encabeçados pelos sacerdotes Andrés de Soveral, Ambrósio Francisco Ferro e o laico Mateus Moreira, além de outros 27 companheiros assassinados entre 16 de julho e 3 de outubro de 1645 pelos protestantes calvinistas holandeses instalados no Brasil naquela época.


 Conhecido como massacre de Cunhaú e Uruaçu, o episódio aconteceu no Rio Grande do Norte durante o período da domínio holandês na região. Os holandeses – que eram calvinistas – não admitiam a prática do catolicismo nos territórios por eles invadidos. O papa João Paulo 2º os beatificou em 5 de março de 2000, na Basílica de São Pedro.

 

Meninos indígenas mexicanos


 A cerimônia começou com o prefeito da Congregação para a Causa dos Santos, o cardeal Angelo Amato, que, acompanhado dos postuladores das causas, apresentou a Francisco a petição de canonização e leu uma pequena biografia de cada um.


 Depois, o papa pronunciou a fórmula em latim: "Após ter reflexionado largamente e invocado a ajuda divina, e escutando o parecer de muitos dos nossos irmãos bispos, declaramos santos os beatos [...] e os inscrevemos no Catálogo dos Santos, e estabelecemos que em toda a Igreja sejam devotamente honrados entre os santos." Depois, as relíquias dos novos santos foram levadas ao altar.


 Para a cerimônia compareceram centenas de mexicanos de Tlaxcala e uma ampla delegação religiosa liderada pelo bispo da diocese, Julio C. Salcedo Aquino, e os cardeais José Francisco Robles Ortega e Alberto Suárez Inda.


 Os meninos indígenas santos são Cristóbal, Juan e Antonio, que tinham entre 12 e 13 anos e foram assassinados entre 1527 e 1529, ao terem se convertido ao cristianismo, e que serão agora os padroeiros da infância mexicana. Os três meninos foram beatificados em 6 de maio de 1990 na basílica de Guadalupe por João Paulo 2º.

 

Fonte:DW.com

 Uma antiga reivindicação da comunidade de Despique, localidade do interior no município de Pareci Novo, está tomando forma. A construção da ponte está sendo viabilizada por meio de recurso do Ministério da Integração Nacional, via Defesa Civil. A liberação de R$ 259.200,00 foi efetivada por meio de um projeto encaminhado ao ministério em janeiro deste ano.


 Segundo o Prefeito Municipal Oregino José Francisco a obra dará solução definitiva ao frequente problema das inundações que deixava inúmeras famílias isoladas.

 

Informações/foto:Holic Comunicação

 O problema começou no mês de agosto e no dia 27 de setembro foi noticiado no portal JP News. Passados dois meses do início do problema, a dona do restaurante Sabor da Casa, Regina Rosete de Mello, ainda aguarda providências por parte da Administração Pública local.


 Um bueiro entupido é apontado como a causa do vazamento do esgoto. A situação incomodaria qualquer cidadão, mas nesse caso também afeta os negócios da empresa de alimentação localizada junto ao foco do problema, na Rua Capitão Cruz, Centro de Montenegro.

 

 A proprietária do restaurante relata que vários clientes já reclamaram do mau cheiro causado pelo líquido acumulado em frente ao prédio. E o que é pior, algumas pessoas deixaram de frequentar o ambiente por sentirem náuseas ao respirar o odor.

 

 A empresária entrou em contato com a prefeitura municipal e uma equipe foi encaminhada para resolver a situação, mas, apresar dos esforços, não foi obtido o resultado esperado. “Fizeram um buraco e trocaram um cano, só que continuou o mesmo problema. No dia seguinte retornei a ligar para a prefeitura e me falaram que tinha muito serviço na frente e não poderiam me atender naquele momento”, conta Regina.


 Cerca de uma semana após a tentativa por telefone, a comerciante registrou um protocolo na prefeitura, mas novamente recebeu a informação de que não poderia ser atendida naquele momento. Na primeira quinzena de outubro, Regina esteve reunida com o prefeito do município. Segundo ela, este disse que o conserto seria providenciado nos próximos dias, mas até o momento, a cidadã ainda aguarda.

 

 A comerciante espera que o atraso para verificação do problema tenha ocorrido em função do período de chuvas e que com a melhoria do tempo a equipe da prefeitura consiga resolver de vez a situação.

 

 A reportagem aguarda a posição da prefeitura sobre o assunto.

Segunda, 16 Outubro 2017 17:27

Vem aí a 1ª Semana Gospel de Montenegro

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 De 25 a 31 de outubro acontece a 1ª Semana Gospel de Montenegro. Conforme o evangelista e Vereador Juarez Silva, autor da lei que institui a Semana Gospel, a iniciativa tem como objetivo promover o fortalecimento e a união da população local.


 A abertura oficial da Semana Gospel ocorrerá no dia 25, às 19h, na Câmara Municipal de Vereadores de Montenegro. O ato será marcado pelas participações do Pastor Rubens, do grupo de Louvor e de coreografia da Marcha para Jesus, além da apresentação da Orquestra Acordes de Sião.

 

 No dia 26, às 18h, será realizada sessão solene da Igreja Luterana. Ainda na Câmara de Vereadores, desta vez no dia 27, será realizada palestra com enfoque nos temas Família e Drogas, o evento acontece às 19h.

 

 Nos dias 28,  29 e 30 ocorrem ainda diversas atividades descentralizadas. Já no encerramento, dia 30, às 10h, será promovido Culto da Ressurreição e logo após passeio ciclístico. Às 15h30min acontece a Marcha para Jesus, com saída da Praça dos Ferroviários até o Parque Centenário. No Parque será feito o culto de encerramento da Semana Gospel.

 

Foto:ACOM/Câmara de Veraedores de Montenegro

 Integrando as ações alusivas ao Outubro Rosa, mês dedicado à conscientização e prevenção do câncer de mana, o Grupo de Educação Continuada do Hospital Montenegro (Gecon) promove, até o dia 30 deste mês, duas campanhas: uma de doação de mechas de cabelos e outra de lenços. A campanha intitulada “Atitude Rosa” envolve toda a comunidade.


 No ano passado a iniciativa arrecadou 30 mechas de cabelos, 1 peruca e 135 lenços. O material foi doado ao Instituto da Mama do Rio Grande do Sul (IMAMA). As madeixas são transformadas em perucas destinadas ao empréstimo para as pacientes em tratamento de câncer.

 

 Conforme Sílvia Neu, analista de treinamentos do HM, este ano, novamente, todo o material arrecadado será entregue ao IMAMA. Quem quiser contribuir pode procurar um profissional cabelereiro de sua confiança, efetuar o corte e entregar a mecha na recepção do hospital. Segundo ela, para melhor ser aproveitado, o ideal é que o comprimento do cabelo tenha em média 20 cm, mas tamanhos menores também são aceitos.

 

 Já em relação aos lenços, pede-se para que estes sejam em tecidos mais leves. A caixa de recolhimento dos lenços também está disponível na recepção do HM.

 A cerimônia de abertura da Semana Alusiva ao Mês de Luta e Combate ao Câncer ocorreu no refeitório do Hospital Montenegro e contou com a presença dos colaboradores da casa de saúde, em sua maioria, composta pelo público feminino. A atividade marca o início das ações propostas para ocorrerem até o final desta semana.


 Conforme a analista de treinamentos da instituição de saúde, Sílvia Neu, o objetivo das ações é levar informação e conscientizar os colaboradores quanto à importância da prevenção a este tipo de câncer. Em sua fala, Sílvia mostrou dados estatísticos sobre a doença e divulgou as atividades propostas para os próximos dias.

 

 Na terça-feira,17, será realizada palestra do IMAMA/RS. Na ocasião uma voluntária do instituto dará seu relato de como superou o câncer.

 

 No dia 19 o assunto principal será a prevenção. Quem aborda o tema é o médico ginecologista e mastologista Túlio Farret.

 O Presidente da Câmara de Vereadores, Neri de Mello Pena “Cabelo” (PTB) assumiu a cadeira do Palácio Rio Branco nas primeiras horas da manhã de segunda-feira (16). Cabelo responde como prefeito até quinta-feira (19), quando o titular Carlos Eduardo Müller (SD) “Kadu”, retorna de Brasília.


 O Decreto nº 7.451 – de 13 de outubro de 2017, delega competências ao presidente da Câmara de Vereadores do Município, durante o afastamento do prefeito no período de 16 a 19 de outubro.

 

 Em um ato simples, Kadu passou o comando da administração. Acompanhado do Secretário de Gestão e Planejamento Rafael Riffel, o prefeito vai para Brasília na busca de não perder verbas que já foram sinalizadas. “Além da manutenção das verbas, iremos fazer contatos com vários Ministérios, deputados Federais e Senadores Gaúchos, vislumbrando emendas pensando no planejamento para 2018”, acrescenta.

 

 O vereador Cabelo disse que esse momento vai ficar para sua história, um homem humilde, que chega ao Palácio Rio Branco. Quanto aos dias como prefeito comentou que vai dar continuidade ao que já está sendo realizado. “O prefeito Kadu pode contar comigo que na sua volta não terá surpresas”, finaliza.

 

 Já na Câmara, quem assume como presidente é o vice-presidente, Erico Velten (PDT).

 

Texto:Foto:ACOM/Câmara de Vereadores de Montenegro

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