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Adriano Alves de Oliveira

Adriano Alves de Oliveira

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 O Clube do Comércio de Montenegro sedia a final da 73ª edição do Campeonato Estadual de Bolão Bola 23 Série Prata Masculino. O evento acontece neste final de semana, dias 6,7 e 8.


 A Solenidade de abertura do evento aconteceu nesta sexta-feira.O evento foi marcado por desfile das delegações, formação da mesa principal, juramento dos atletas, pronunciamento de autoridades e confraternização dos presentes. Na seqüência foi realizado Congresso Técnico para sorteio que definiu a ordem de jogo.

 O campeonato promete movimentar a cidade, 21 equipes jogam por 14 vagas para as semi finais.No primeiro dia de disputas, jogam 7 atletas por equipe.

 

No sábado a competição vai das 8h às 12h30min. No dia, classificam-se para final oito equipes. Já no domingo, último dia de jogos, as atividades têm início às 9h e seguem até às 15h30min, finalizando com entrega da premiação. Esta é a segunda vez que a final ocorre em Montenegro.

 

 O Clube conquistou a possibilidade de receber a final da Série Prata por ter se classificado para a final da Série Ouro. A grande final desta categoria ocorre de 3 a 5 de novembro no Clube dos Quinze de Lajeado.

 

Foto:ACOM Prefeitura de Montenegro

Sexta, 06 Outubro 2017 14:54

Bairro Aeroclube pede ajuda

 O temporal que atingiu a região no primeiro final de semana do mês de outubro deixou rastros de destruição em muitos locais de Montenegro. Um dos bairros mais atingidos foi o Aeroclube.


 No local, diversos moradores tiveram suas casas destelhadas e perderam móveis e objetos domésticos. Agora o momento é de recuperação e de contar com a solidariedade da comunidade montenegrina.

 

 O Presidente da Associação Comunitária do Bairro Aeroclube, Dejalmo Koty, pede para que a população se sensibilize com as vítimas do temporal e de alguma forma colaborem para amenizar os transtornos ocasionados pela intempérie climática. Koty salienta que a associação está de portas abertas para receber doações de telhas, móveis e eletrodomésticos.

 Quem quiser fazer alguma contribuição pode entrar em contato pelo telefone: 51- 9 99854746, diretamente com a associação comunitária do bairro.

 Após audiência de conciliação realizada pelo Tribunal Superior do Trabalho (TSF), em Brasília, os funcionários dos Correios, em todo o país, poderão retomar suas atividades na próxima segunda-feira, 9. A decisão de suspender ou não a greve, iniciada no dia 20 de setembro, depende de decisão a ser tomada em assembleia geral marcada para esta sexta-feira, 6.


 A reunião geral irá definir se a categoria aceita a proposta de reajuste de benefícios apresentada pela empresa. A previsão é de aumento de 2,7% no salário e demais benefícios dos servidores. O reajuste será retroativo ao mês de agosto, com pagamento parcelado em duas vezes.

 

 Os trabalhadores poderão compensar oito dias da paralisação. Os demais serão descontados da folha de pagamento. Os servidores do Centro de Distribuição (CDD) de Montenegro destacam também que o salário base dos carteiros fica em torno de R$1.600,00 à R$1.700,00 e não R$2.900, como foi divulgado por outro veículo de comunicação da cidade. Contudo, Adelson Andrade, Delegado Sindical dos Trabalhadores dos Correios de Montenegro, lembra que outro objetivo da paralisação é lutar para que o Governo Federal não suspenda direitos adquiridos pelos servidores, como por exemplo, a retirada do vale alimentação em dias em que os trabalhadores estiverem de atestado ou em férias, além de mudanças no plano de saúde. Em relação a este assunto, o sindicalista ressalta que, ainda, não houve uma proposta clara.

 

 Em Montenegro apenas dois de uma equipe de 25 carteiros permaneceram trabalhando durante a parada da categoria. A agência chegou a interromper as atividades por dois dias, mas acabou reabrindo. Com o término da paralisação, o CDD fará uma força-tarefa para colocar em dia todas as entregas pendentes, dando prioridade à distribuição de contas como luz e telefone, por exemplo.

 

 Os funcionários do Centro de Distribuição pedem desculpas pelo transtorno causado à comunidade, mas, segundo eles, a greve é a única forma de pressionar a empresa a dar atenção para as reivindicações da classe.

Sexta, 06 Outubro 2017 13:40

Reforma política: o que muda para 2018?

 No último esforço para votar pacotes da reforma política que passem a valer já na eleição do ano que vem, o Senado aprovou nesta quinta-feira (05/10) o projeto que regulamenta um fundo público para financiar campanhas eleitorais.


 O texto, relatado na Câmara pelo deputado Vicente Cândido (PT-SP), estabelece regras para utilização do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), que foi criado, também nesta semana, por meio de outra proposta.

 

 No projeto estão estabelecidas normas que vão desde a arrecadação de recursos por meio de financiamento coletivo na internet (crowdfunding) até os critérios de distribuição do dinheiro arrecadado pelo fundo. A mais polêmica, a obrigação de redes sociais suspenderem em até 24 horas qualquer denúncia de discurso de ódio e fake news sem ordem judicial, recebeu críticas de censura.

 

 As únicas alterações à proposta foram feitas após um procedimento em que o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), colocou em votação a impugnação de dois artigos: o que estabelecia um limite para o autofinanciamento de campanhas e o que criava uma brecha para que multas eleitorais fossem pagas com 90% de desconto. A medida, que chegou a ser questionada por alguns senadores, foi aprovada por maioria. Em seguida, em votação simbólica, os senadores aprovaram o projeto.

 

 Para que seja válida nas eleições do ano que vem, é preciso que ambas as propostas sejam sancionadas pelo presidente Michel Temer até o fim desta sexta-feira (06/10), um ano antes do próximo pleito. Já a emenda à Constituição que veda as coligações partidárias em eleições para deputados e vereadores e cria a chamada "cláusula de barreira" foi promulgada na quarta-feira pelo Congresso Nacional.

 

 Confira o que mudará nas regras da eleição de 2018:

Cláusula da barreira

 Antes: todos os partidos recebiam uma parcela do fundo partidário, e o tempo de propaganda em emissoras de televisão e de rádio era calculado de acordo com o tamanho da bancada de cada legenda na Câmara dos Deputados.

 Agora: os partidos precisam atingir um desempenho eleitoral mínimo para que tenham direito a obter tempo de propaganda e acesso ao fundo partidário. Para 2018, os partidos terão de obter ao menos 1,5% dos votos válidos, distribuídos em, no mínimo, nove estados, com ao menos 1% dos votos válidos em cada uma deles.

 Como alternativa, as siglas devem eleger pelo menos nove deputados, distribuídos em, no mínimo, um terço das unidades da federação. As exigências aumentarão gradativamente até 2030.

 

 Fundo eleitoral

 Antes: não existia. Partidos e candidatos podiam receber doações somente de pessoas físicas e não havia verba pública destinada diretamente a campanhas eleitorais – a chamada propaganda eleitoral gratuita custa milhões de reais aos bolsos dos contribuintes, pois o União deixa de arrecadar impostos (840 milhões de reais nas eleições de 2014) devido ao desconto de tributos pagos pelas emissoras de sinal aberto.
 

 Agora: com a criação do FEFC – com dinheiro público para financiamento de campanhas eleitorais – os políticos encontraram uma alternativa para obter verba para a eleição, depois que o Supremo Tribunal Federal (STF) proibiu o financiamento empresarial.

 

 Deste fundo, segue a seguinte distribuição: 2% igualmente entre todos partidos; 35% entre os partidos com ao menos um deputado na Câmara, 48% entre os partidos na proporção do número de deputados na Câmara em 28 de agosto de 2017 e 15% entre os partidos na proporção do número de senadores em 28 de agosto de 2017. O fundo conta com 1,7 bilhão de reais.

 

 Importante não confundir o recém-criado fundo eleitoral com o fundo partidário. Criado em 1965, o Fundo Especial de Assistência Financeira aos Partidos Políticos segue existindo, é independente do fundo eleitoral e é constituído por dotações orçamentárias da União, multas e penalidades eleitorais.

 

 O fundo partidário serve para manter legendas, enquanto o fundo eleitoral servirá para a realização das campanhas eleitorais pelos partidos políticos. O montante à disposição para os partidos cresceu exponencialmente nesta década: em 2010, havia 200 milhões de reais no fundo partidário, e em 2016 foram distribuídos 819 milhões de reais aos partidos.


 Arrecadação

 

 Antes: os candidatos podiam iniciar a arrecadação apenas em agosto do ano da eleição, mas o acesso ao dinheiro estava condicionado ao registro da candidatura.
Agora: os candidatos podem arrecadar recursos em campanhas online (crowdfunding) a partir de 15 de maio do ano eleitoral. Além disso, os partidos podem vender bens e serviços e promover eventos de arrecadação. Empresas estão proibidas de financiar candidatos.


 Limite para doações

 

 Antes: pessoas físicas podiam doar até 10% de seus rendimentos brutos.

Agora: essas doações passam a ter um limite de dez salários mínimos. Doações acima deste limite estão sujeitas a multas.

 Limite para gastos

Antes: não havia limite para gastos.

Agora: haverá limite de gasto para as campanhas de candidatos, com valores distintos para cada cargo. Presidente: 70 milhões de reais no primeiro turno e metade deste valor para um eventual segundo turno. Governador: entre 2,8 e 21 milhões de reais, dependendo do número de eleitores do estado. Senador: entre 2,5 e 5,6 milhões de reais, dependendo do número de eleitores do estado. Deputado federal: 2,5 milhões de reais. Deputado estadual: 1 milhão de reais.

 Debates

 Antes: emissoras de televisão e rádio tinham de convidar candidatos de partidos com mais de nove deputados na Câmara dos Deputados.
Agora: esse número foi reduzido para cinco.


 Voto impresso

 Antes: não havia. O voto de cada eleitor ficava registrado somente na urna eletrônica.

 Agora: o projeto da reforma política aprovou a impressão do registro do voto para a eleição de 2018, mas o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já comunicou que não terá orçamento para implementar a medida em todo o Brasil.

 

 Discurso de ódio e fake news

 Antes: não havia regulamentação específica para publicações em redes sociais durante campanhas políticas.
 Agora: o Congresso aprovou uma lei que exige das empresas responsáveis pelas redes sociais a suspensão de publicações denunciadas por promoção de discurso de ódio ou divulgação de notícias falsas até que seja identificado o autor. A intenção é evitar o uso de perfis falsos para difamar candidatos, mas críticos apontam que há risco de censura.

 A medida, porém, provocou imediata polêmica, pois simples denúncias de usuários serão suficientes para derrubar uma publicação em até 24 horas e sem a necessidade de ordem judicial. Em tese, cada rede social deve analisar os conteúdos das mensagens denunciadas, mas o grande volume durante campanhas eleitorais deve impossibilitar tais análises, fazendo com que as publicações fiquem bloqueadas indefinidamente.

 

 Há também críticas de que partidos possam criar equipes que fiscalizem perfis de usuários e denunciem arbitrariamente publicações críticas – mesmo que não tenham conteúdo ofensivo.

 

Fonte:DW.com

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