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Sociedade

 O Núcleo das Mulheres Empreendedoras da Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Montenegro/Pareci Novo está preocupado com a segurança pública na cidade. Para tratar sobre o assunto, a ACI promoveu uma reunião na qual foram convidados a participar membros da Câmara de Vereadores, Executivo, Câmara de Dirigentes Lojistas, Sindilojas, Cis/Caí e Brigada Militar de Montenegro.


 O núcleo listou alguns dos principais problemas envolvendo o tema. Um deles refere-se à presença de pessoas em situação de vulnerabilidade social na Praça Rui Barbosa, no Centro de Montenegro. A segunda questão está relacionada à primeira, trata-se da falta de controle sobre a entrada de indigentes vindos de outras cidades. O núcleo também destacou a ação criminosa, assaltos, roubos e estupros, cometidos por indivíduos que vem para Montenegro somente com o intuito de praticar delitos.
Foi levantada ainda a questão na demora para atendimento da BM e a falta de policiamento nas ruas da cidade. O questionamento que marcou o encontro foi: o que pode ser feito para mudar este cenário?

 

 Quem respondeu aos questionamentos dos presentes foram o Comandante da 1ª Companhia do 5º BPM, capitão Luís Henrique Suzin e o Comandante do Comando Regional de Policia Ostensiva do Vale do Caí (CRPO/VC) Tem. Cel. Ronaldo Buss. Suzin reiterou o problema dos moradores de rua e explicou que, em geral, essas pessoas são acolhidas em casas de passagem da Prefeitura de Montenegro e posteriormente enviadas para seus municípios de origem. Porém, alguns acabam retornando. Ele informou também que a BM realiza rondas por toda a cidade, mas dá atenção especial aos pontos onde há maior chance de ações criminosas.

 

 O comandante do CRPO/VC destacou que, comparado a outros municípios do estado, Montenegro não possui números preocupantes na segurança pública. Ronaldo revelou ainda que nos municípios de cobertura do CRPO destacam-se as ações de estupro e furto qualificado.

 

 Um dos maiores problemas enfrentados pela Polícia, em todo o Rio Grande do Sul, é o déficit de policiais, explicou o comandante. Para ele, a questão que deveria ser tratada como problema de Estado é abordada como questão política. Faltam incentivos à formação de novos policiais e há depreciação da profissão, assegura o Tenente Coronel.

 

 Questionado pelo grupo sobre como reverter essa situação, Buss disse que é preciso fazer preção política e criar incentivos para que os jovens tenham interesse em estudar na Escola de Formação de Soldados de Montenegro e aqui fixar residência e profissão. O comandante sugeriu ainda que seja buscado apoio de entidades como FIERGS na tentativa de convencer o secretário de segurança do estado a destinar parte dos novos policiais em formação para o Vale do Caí.

A Patram de Montenegro registrou ocorrência contra a Prefeitura Municipal de Montenegro. Segundo a Patrulha Ambiental, a prefeitura estava fazendo um dreno na localidade de Serra Velha e foi enquadrada no artigo 60 da Lei 9605/98. Segundo a Patram, a própria prefeitura poderia ter emitido a licença. Secretário do Meio Ambiente diz que se tratava de obra de rotina. Detalhes na edição desta sexta-feira do Jornal O Progresso.

Representantes do Movimento de Preservação do Patrimônio Histórico de Montenegro, da Ecocitrus e do Legislativo local estiveram, na manhã de segunda-feira ,28, reunidos com o Prefeito Luiz Américo Alves Aldana, para tratar da utilização de um prédio localizado próximo à beira do Rio Caí. O intuito do encontro foi pedir auxílio ao chefe do Executivo para que esse espaço seja cedido para a Ecocitrus e outros segmentos da agricultura. 


Na reunião, foi identificado que já havia um processo em tramitação que tratava do assunto. O prédio histórico pertence ao governo do estado e, neste momento, se encontra em más condições de conservação. Ficou definido que a Secretaria Municipal de Obras Públicas irá resgatar esse processo e ver como está o andamento. Uma nova reunião foi marcada para definir as próximas ações. Estiveram presentes na reunião, além do prefeito de Montenegro, o secretário de Obras, Valter Robalo, os vereadores Josi Paz e Cristiano Von, o diretor de projetos e engenharia da administração municipal, André Schoellkopf, integrantes do Movimento do Patrimônio Histórico Mauro Kray e Ricardo Alemar e o vice-presidente da Ecocitrus, Ernesto Kasper.(Foto:Acom)

Na quinta-feira ,23, ocorreu a reativação do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência de Montenegro (CMDPDM). A cerimônia aconteceu na Estação da Cultura e nomeou os integrantes da mesa diretora da entidade.


A equipe do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), que vinha desde novembro articulando a reativação deste conselho, foi extremamente importante para o renascimento do órgão. De acordo com a coordenadora do centro, Vera Scherer, após o trabalho da equipe do Creas, foram repassadas, aos conselheiros, as demandas do órgão como a alteração da lei, entre outras. Segundo Vera, ainda haverá uma posse oficial da mesa diretora no mês de abril.
Presidente: Valdair da Rosa Silva
Vice-presidente: Luis Carlos de Azeredo
1ª Secretária: Maria Giane Campiol da Rosa
2ª Secretária: Catiane Mello da Silva

O extraordinário estado de conservação do manto da Virgem de Guadalupe “está completamente fora de todo tipo de explicação científica”, afirma investigador
O Dr. Adolfo Orozco (foto), investigador do Instituto de Geofísica da Universidade Nacional Autonômica do México, assinalou que o extraordinário estado de conservação do manto da Virgem de Guadalupe “está completamente fora de todo tipo de explicação científica”.


Orozco, que também é especialista no manto da Virgem, falou em Phoenix, EUA, no 1º Congresso Internacional Mariano sobre a Virgem de Guadalupe.


O especialista disse que “todos os tecidos similares a do manto que foram colocadas em ambientes úmidos e salinos como o que rodeia a Basílica, não duraram mais de dez anos”.


Em 1789 fora pintada uma cópia a imagem de Guadalupe.


“Essa imagem foi feita com as melhores técnicas de seu tempo, era formosa e estava feita com um tecido bastante similar a do manto original. Além disso, também estava protegida com um vidro desde que foi exposta”, indicou.

 

A imagem em seu santuário.

 

Entretanto, “oito anos depois, essa cópia teve que ser desprezada porque estava perdendo as cores e as fibras se estavam rompendo.


Em contraste – acrescentou Orozco – o manto original vem sendo exposto há 116 anos sem nenhum tipo de amparo, recebendo todos os raios infravermelhos e ultravioletas de dezenas de milhares de velas que estavam perto dela”.


Uma das características mais interessantes do manto, prosseguiu, “é que a parte de trás do tecido é rugoso e pouco liso; enquanto que a parte de adiante (onde está a imagem de Guadalupe) é ‘tão suave como a seda’ como assinalavam os pintores e cientistas em 1666; e confirmou quase cem anos depois, em 1751, o pintor mexicano Miguel Cabrera”.


O manto de São Juan Diego é feito de fibras de agave (da mesma família botânica que produz o sisal e a iúca, foto embaixo).


O Dr. Orozco relatou mais dois fatos sem explicação científica ligados à conservação da imagem.


O primeiro ocorreu em 1785 quando um trabalhador acidentalmente derramou um líquido que continha um 50% de ácido nítrico na parte direita do tecido.


“Está fora do entendimento natural o fato que o ácido não tenha destruído a malha; e que ademais não danificasse as partes coloridas da imagem”, precisou.

 

Agave: de um pé semelhante ao da foto foi tirada a fibra do manto de São Juan Diego


O segundo relaciona-se com a explosão de uma bomba perto do manto em 1921. A bomba explodiu a 150 metros da imagem e destruiu todos os vidros nesse raio.
Entretanto, explicou o perito, “nem o manto nem o vidro comum que a protege foram danificados ou quebrados”. O único afetado foi um Cristo de ferro que terminou dobrado.


“Não há explicação para o fato que as ondas expansivas que romperam os vidros a 150 metros ao seu redor não destruíram o que cobria a manto.
“Alguns dizem que o Filho, com o crucifixo que sim foi afetado, protegeu a imagem de Sua Mãe. O certo é que não temos uma explicação natural para essa ocorrência”, concluiu

Segunda, 27 Março 2017 18:32

The Best Mix Bazar é neste domingo

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 Domingo é dia de descanso. Mas também costuma ser o momento que muitas pessoas aproveitam para ir às compras com mais tranquilidade. Neste dia muita gente acaba optando por passear nos shoppings da região. Porém, no próximo domingo, 2 de abril, Montenegro pode ser a melhor pedida para quem não abre mão de uma boa liquidação. Isso por que no município acontece a segunda edição do The Best Mix Bazar.


 O evento é realizado pela Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Montenegro/Pareci Novo (ACI), através do Núcleo das Mulheres Empreendedoras. O bazar contará com mais de 30 expositores que estarão expondo seus produtos no Clube do Comércio das 10h às 18h. Na ocasião, os consumidores poderão comprar artigos variados de vestuário e calçados, entre outros, por valores que não ultrapassam R$ 99,00.


 Conforme a Gerente da ACI, Elaine de Paula, o objetivo do The Best Mix Bazar é proporcionar uma nova oportunidade de venda aos lojistas que não conseguiram comercializar todos os seus produtos nas tradicionais liquidações de início de ano. E também proporcionar à comunidade a chance de adquirir itens a preços acessíveis e justos.

 O Vereador Cristiano Von Braatz não ficou satisfeito com o número de pessoas presente à Audiência Pública que tratou sobre as concessões de pedágios, realizada em Montenegro no último dia 22. Segundo ele, o fato da reunião ter sido realizada em horário de expediente não justifica a baixa participação.


 Cristiano afirma que nos encontros realizados em Porto Alegre, Passo Fundo e Lajeado adotou-se o mesmo horário e houve grande presença das comunidades interessadas no assunto. O vereador considera ruim a participação das comunidades da Região do Vale do Caí, tendo em vista as mudanças que a implementação do sistema de pedágios poderá causar na vida de todos.


 Contudo, Von afirma que não desistirá de lutar pela causa. “Nós continuamos com nossa posição. A forma como é este edital, que foi apresentado para nossa praça de Montenegro, não é a ideal. Muita coisa tem que ser modificada e a gente vai reivindicar isso. A mesma força que tivemos para trazer essa audiência para cá, e conquistamos, vamos ter para buscar que haja alteração nesse edital”, ressalta.


 Para quem não foi à Audiência Pública, Cristiano faz um apelo: “peço que as pessoas participem mais dos eventos promovidos, que saiam da sua zona de conforto. Apenas se manifestar em redes sociais é muito fácil. Faça a diferença na sua comunidade”. O vereador disse ainda que este é o momento de todos se informarem sobre as implicações envolvendo o pedágio. “Essa é a última semana para as pessoas poderem se manifestar, através do site da ANTT. Tem o formulário, podem dar suas opiniões e sugestões. O edital também consta no site, ou seja, não é desculpa pras pessoas dizerem que sabem o que está acontecendo. Vão atrás da informação para poder se manifestar da maneira adequada”, pontua.

Assim que houver fluxo de caixa, pois está sendo priorizado o pagamento do salário do funcionalismo, o Governo do Estado deverá quitar a sua parcela dos meses de janeiro e fevereiro, correspondente aos Programas da Saúde em parceria com a Prefeitura de Montenegro.


Da Redação


Na última semana de março, vai ser quitado o mês de fevereiro. Nos meses subsequentes, o pagamento voltará a ser efetuado em dia. Promessa do Secretário Estadual Adjunto de Saúde, Francisco Zancan Paz, durante audiência em Porto Alegre com lideranças montenegrinas, no Centro Administrativo do Estado.


Participaram a Secretária Municipal de Saúde, Ana Maria Rodrigues, os dois Vereadores do PMDB local (Cristiano Rosenthal Braatz – “Von” e Felipe Kinn da Silva – “Joa”), o Chefe de Gabinete do deputado estadual Tiago Simon (PMDB), Oscar Nedeff, e a Coordenadora de Assistência Farmacêutica do Estado, Simone Amaral.
Rodrigues explanou ao Secretário de Saúde que os Programas de fornecimento de medicamentos, fraldas e o SAMU necessitam de maior apoio do Estado por estarem, em sua maioria, sendo mantidos com recursos próprios do Município, que tem crescentes dificuldades orçamentárias para suportar o pagamento desta despesa.


Conforme ofício entregue ao Secretário, o repasse que o Município aguarda receber do Estado relativo aos programas de fornecimento de remédios, soma R$ 152.919,39; Fraldas – R$ 624.258,59; e para o SAMU, R$ 1.313.249,20, os quais, para não sofrerem interrupção, tiveram de ser custeados integralmente pela Prefeitura, à custa de remanejamentos orçamentários.


O total, incluindo o débito de anos anteriores, é de R$ 3.863.861,08. Justificando o pleito de Montenegro, a Secretária Ana diz ser sabedora de todas as dificuldades financeiras do estado do Rio Grande do Sul, assim como “que o Secretário Adjunto, assim como o titular, João Gabbardo, tem feito todo um esforço para sempre a Saúde do nosso Estado ser contemplada com recursos”.


De acordo com o texto, a prefeitura está ciente de que, em muitas oportunidades, o Município deixou de receber os recursos por estar no CADIN (Cadastro de Inadimplentes). “Atualmente, a situação do CADIN está 100% resolvida, o que nos habilita aos repasses”, afirma a Secretária.


“Uma reunião esclarecedora para a comunidade, principalmente para quem depende do uso de medicamentos, e aos preocupados com a Saúde das pessoas do município”, avaliou o Vereador Cristiano Braatz, que assim como o colega Felipe Kinn, também salienta a necessidade de que haja o fornecimento regular de remédios para quem deles precisa. (Acom Câmara)

 Há poucos dias a Administração Pública de Montenegro informou a troca de lâmpadas de iluminação pública em pontos da cidade como a Avenida Júlio Renner (Via II) e também no Porto das Laranjeiras. De acordo com o Departamento de Elétrica do município, a medida visa melhorar a visibilidade e gerar economia.


 Porém em outros locais da cidade, como a Rua Osvaldo Aranha, no Centro, por exemplo, diversas lâmpadas têm ficado ligadas 24h, há vários dias. O problema começa logo no início da via, próximo ao antigo prédio da Ambev, mas também pode ser notado em paralelas como Rua Capitão Porfírio, Otelo Rosa e outras.

 

 Uma moradora da Rua Osvaldo Aranha chega a contar o número de lâmpadas ligadas. Ela, que mora próximo à Casa do Produtor Rural, diz que há mais de dez dias ao menos três lâmpadas estão ligadas nas proximidades do local. Assim como ela, outros munícipes também estão preocupados com essa situação. Eles querem saber quem paga pela luz que fica ligada durante o dia.

 

 O Departamento de Elétrica da Secretaria Municipal de Viação e Serviços Urbanos explica que as lâmpadas ligadas 24h possuem problemas que, geralmente, referem-se ao relé fotoelétrico. Diante da demanda do departamento, muitas vezes demora até que as equipes sejam informadas do problema e por isso as lâmpadas ficam tanto tempo ligadas. Contudo, o Diretor do departamento, Felipe Machado, assegura que o munícipio não paga consumo extra pela permanência das lâmpadas ligadas.


 Segundo Felipe, é pago apenas por 12h de consumo de energia na iluminação pública. Quando identificado que uma lâmpada está ligada por um período maior, a concessionária de energia dá um prazo, não divulgado, para que os reparos do equipamento sejam feitos. Contudo, vale lembrar que mesmo sem cobrança de taxa extra, há desperdício de energia. A reportagem entrou em contato com a assessoria de comunicação da concessionária e foi informada de que todos os detalhes sobre este assunto devem ser tratados diretamente com a Administração Pública da cidade.


 Dados do Departamento de Elétrica mostram que ao todo o município tem em torno de 13.500 lâmpadas de vapor de sódio e metálico sendo estas de 70w, 100w,150w, 250w e 400w. As principais ruas da cidade, como Ramiro Barcelos, por exemplo, recebem a iluminação mais forte, com lâmpadas de 400w. As lâmpadas de 70w equivalem a 80% de toda a iluminação pública da cidade. Cada uma destas custa R$0,40 a cada 12h de uso.

O Vereador Joel Kerber quer sabe qual a situação das licenças ambientais dos Morros São João e da Formiga. "Especialmente as do Morro São João e das empresas que ocupam áreas de proteção ambiental no morro. Também quer saber quantas empresas utilizam o Morro São João?Todas estão licenciadas?Quando foi realizada a última vistoria no Morro São João?"