Quinta-feira Santa: outra lógica de viver e acreditar

Recordo como em 1967 na Praia Grande, Colares, fui levado a fazer o que que me parecia sem lógica. Estava a nadar e a tentar sair para fora da água. Tudo parecia estar certo. Oiço um apito estridente na praia. E logo um grito. Não nade, mantenha-se ao de cimo! Vai um banheiro buscá-lo. […]