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A inferioridade moral da ideologia de género

  • Agosto 27, 2023
  • Conexão | Brasil x Portugal
  • Michele Bonheur

 

Pedro Trevijano, autor deste livro, tem a nítida noção de que as suas palavras não vão agradar à ideologia política nem ao sistema educacional vigente.

Porém, sentiu a premência de esclarecer pais, avós e educadores dos grandes e graves problemas que estão a acontecer, os quais afectam todos, especialmente as crianças, e os adultos que desconhecem ou não sabem como reagir.

O objetivo da ideologia do género é abolir a identidade sexual. Daí a sua grande obsessão pela sexualidade infantil, numa constante apologia das relações sexuais de todos os tipos, inclusive entre menores, o que resultará num verdadeiro deboche no campo da sexualidade.

Constactamos como há uma forte tentativa de abolir a autoridade parental dos pais pelo poder absoluto do Estado. O totalitarismo não está interessado em famílias saudáveis e fortes, mas em pessoas solitárias e fragilizadas.

Dessa forma, o ser humano fica submetido ao “Estado deus” e não tem escolha a não ser seguir os ditames do autoritarismo, em plena obediência ao politicamente correto. O pensamento único tornou-se “lei” nos nossos dias e, em pouco tempo, passámos do relativismo para a ditadura do relativismo.

De acordo com este princípio, não cabe aos pais, mas ao Estado, decidir sobre a educação de seus filhos, pois a cidadania prevalece sobre o direito dos pais, tanto mais que a educação sexual infantil é um elemento-chave na construção da ideologia de género fruto do feminismo radical. Importa distinguir do feminismo moderado o qual defende os direitos e as liberdades da mulher, afirmando que elas têm o direito de intervir em vários campos sem colocar em risco a maternidade, a família ou sua promoção pessoal e profissional.

A luta pelos direitos das mulheres faz parte do processo de transformação que busca igualdade, justiça social e liberdade. Exigem igualdade de oportunidades e salários, mas ao mesmo tempo cultivam a sua personalidade de mulheres. O progresso feminino não consiste em assemelhar-se aos homens, mas em desenvolver livremente as suas possibilidades e capacidades.

Esse feminismo defende a dignidade da mulher na família, na maternidade, no trabalho e na vida social, sendo cada vez mais frequente a existência de mulheres de prestígio indiscutível que conseguem conjugar essas quatro realidades em suas vidas.

Estejamos atentos e vigilantes para não nos confundirem, chamando liberdade à libertinagem. Porque discernir é importante e urgente.

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