Skip to content

WOKE – A Lógica também é racista!

  • Dezembro 10, 2023
  • Conexão | Brasil x Portugal
  • Maria Susana Mexia

 

O Ocidente sofre uma crise pandémica e parasitária de wokismo = doença desordenada do pensamento que priva as pessoas de pensarem racionalmente. Altamente preocupante na medida em que o contágio destas ideias delirantes conduzem a uma loucura colectiva ou contágio mental.

As teorias woke desenvolveram-se inicialmente nas universidades, facto que nos conduz a questionar como foram aceites e divulgadas com uma aparência snob de elitismo intelectual.

Uma onda de loucura e intolerância está a varrer o mundo ocidental. Com origem nas universidades americanas, a religião woke está a varrer tudo à sua passagem: universidades, escolas, empresas, meios de comunicação social e cultura. A seriedade e a ausência de questionamento de si mesmos caracterizam o pensamento woke. A falta total de sentido de humor e de incapacidade para dialogar, revelam claramente o seu caracter totalitário, fanático e, aparentemente, sedutor. Todo o raciocínio lógico é desconhecido para as suas mentes, logo considerado racista.

A vida virtual gera solidão e solipsismo, desenvolve e fabrica uma consciência de massas, vive de ilusão, de fantasia, de delírio ou perturbação da personalidade que conduz a uma “identidade fluida”. Esta fuga da realidade é alimentada pelas indústrias culturais que colaboram na difusão da ideologia woke, como as séries da Netflix, a Google e muitos outros meios de comunicação social “ocidental”.

Zygmunt Baume, sociólogo e filósofo polaco contemporâneo, descreveu a nossa sociedade como “sociedades líquidas”, onde o valor supremo é a impermanência universal, que o indivíduo se esforça por vivenciar, com jogos em torno dos limites do corpo e das identidades que por serem flutuantes, seduzem para deslizes universais, quer se trate de droga, de jogos em torno das identidades sexuais ou experiências de descorporização”.

Muitos militantes woke são diplomados em “Estudos de Género”, em “Estudos Pós-coloniais” e em “Estudos sobre a Raça”, e por conseguinte sentem-se autorizados a considerar sem valor todo o conhecimento do qual discordam.

Os wokes seguem a norma de impedir de falar ou de ensinar todos aqueles que não estão de acordo com as doutrinas que propagueiam. Por isso ousam manifestar-se contra a ida de um ou outro palestrante às universidades, bloqueando o acesso às conferências, impedindo os seus adversários de falar, rotulando-os de “reaccionários”, “racistas”, “fascistas”, “homofóbicos”, etc.

Esta chamada “nova religião” anuncia de forma provocatória e grande vitalidade a teoria do género, professando que o sexo e o corpo não existem e que a consciência é o que importa. Alia-lhe ainda outras componentes da ideologia woke, as teorias críticas da raça, afirmando que todos os brancos são racistas, mas que nenhuma pessoa racializada o é.

Os wokes do ponto de vista  epistemológico defendem que todo o conhecimento é situado e que não existe ciência objectiva, nem mesmo as ciências exactas, recusam a linguagem comum e, radicalmente, negam a existência da realidade comum.

O objectivo dos wokes é desconstruir todo o património cultural, civilizacional e científico para a instauração de uma ditadura em nome dum pseudo bem e de justiça social.

Jean- François Braunstein explica e contextualiza no livro “A Religião Woke”, toda esta estratégia apoiada por textos, teses, conferências e ensaios, em que denuncia, cita e explica profundamente, esta pseudo nova religião que, estrategicamente, procura destruir a liberdade e a humanidade.

Categorias

  • Conexão | Brasil x Portugal
  • Cultura
  • História
  • Política
  • Religião
  • Social

Colunistas

A.Manuel dos Santos

Abigail Vilanova

Adilson Constâncio

Adriano Fiaschi

Afonso Licks

Agostinho dos Santos

Alexandra Sousa Duarte

Alexandre Esteves

Ana Esteves

Ana Maria Figueiredo

Ana Tápia

Artur Pereira dos Santos

Augusto Licks

Cecília Rezende

Cláudia Neves

Conceição Amaral de Castro Ramos

Conceição Castro Ramos

Conceição Gigante

Cristina Berrucho

Cristina Viana

Editoria

Editoria GPC

Emanuel do Carmo Oliveira

Enrique Villanueva

Ernesto Lauer

Fátima Fonseca

Flora Costa

Helena Atalaia

Isabel Alexandre

Isabel Carmo Pedro

Isabel Maria Vasco Costa

João Baptista Teixeira

João Marcelino

José Maria C. da Silva...

José Rogério Licks

Julie Machado

Luís Lynce de Faria

Luísa Loureiro

Manuel Matias

Manuela Figueiredo Martins

Maria Amália Abreu Rocha

Maria Caetano Conceição

Maria de Oliveira Esteves

Maria Guimarães

Maria Helena Guerra Pratas

Maria Helena Paes

Maria Romano

Maria Susana Mexia

Maria Teresa Conceição

Mariano Romeiro

Michele Bonheur

Miguel Ataíde

Notícias

Olavo de Carvalho

Padre Aires Gameiro

Padre Paulo Ricardo

Pedro Vaz Patto

Rita Gonçalves

Rosa Ventura

Rosário Martins

Rosarita dos Santos

Sérgio Alves de Oliveira

Sergio Manzione

Sofia Guedes e Graça Varão

Suzana Maria de Jesus

Vânia Figueiredo

Vera Luza

Verónica Teodósio

Virgínia Magriço

Grupo Progresso de Comunicação | Todos os direitos reservados

Desenvolvido por I9