Pelo que se vê, a onda privatista retornou ao Governo do Estado do Rio Grande do Sul. Depois da “maracutaia”das privatizações do Governo Britto, onde o Estado “liquidou” grande parte do estoque das suas estatais, agora chegou a vez do BANRISUL.
Sob a governança de Antônio Britto, do PMDB, diversas estatais foram “torradas”, dentre elas a parte “limpa” da CEEE e a participação majoritária do Estado RS no capital social votante da CRT, onde se viu um verdadeiro escândalo – muito parecido com o da VARIG – através do qual venderam no tal leilão na FIERGS a estatal por pouco menos de um (1) bilhão de reais, a qual foi (RE)VENDIDA pouco tempo depois por mais de quatro (4) quatro bilhões de reais, e assim sucessivamente revendida para outros oportunistas internacionais.
É muito “interessante” observar que a venda da telefonia estadual para a “picaretagem” internacional se deu no exato momento do ”auge” da oportunidade de investir na telefonia, em vista das novas tecnologias que estavam surgindo a todo momento.
No primeiro governo Leite já fizeram um grande esforço para privatizar o Banco do Estado do Rio Grande do Sul, o que não ocorreu talvez por falta de tempo. Ademais o fator IMAGEM talvez também teria sido um obstáculo para essa privatização, uma vez que a imagem desse banco era muito boa no coração e nas necessidades de serviços bancários do povo gaúcho.
Mas para surpresa geral, repentinamente a boa imagem do BANRISUL vem caindo a cada dia.
O cliente BANRISUL chega a levar um susto, tamanha a repulsa dos comerciantes, quando tenta pagar alguma conta com cartão Banrisul. Quase ninguém mais aceita esse cartão, o que contrasta com pouco tempo atrás, quando o cartão Banrisul era preferido ao “ouro”, em qualquer compra.
Parece que a atual gestão do banco deve explicações ao povo gaúcho sobre essa situação, inclusive se se trataria, ou não, de “ordem superior”, especialmente em atenção aos seus correntistas e investidores.