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Quando a estupidez domina a política

  • Dezembro 28, 2022
  • Política
  • Sérgio Alves de Oliveira

A eleição de Lula da Silva  em outubro de 2022, não pode surpreender se vista à luz de outras “porcarias”que venceram as eleições presidenciais após o término do Regime Militar em 1985, como bem haviam antecipado os ex-Presidentes Ernesto Geisel e João Baptista Figueiredo.
E o tempo acabou confirmando as funestas previsões dos ex-Presidentes, que concordaram em devolver  o poder à “canalhada” política que estava à espreita e sedenta de retomar  poder, com ilimitado “apetite” de acessar os cofres públicos, como se fossem um bando de  urubus que “cheirassem” uma carniça.

A imensa maioria das regiões do Brasil que verdadeiramente carregam o país nas “costas” e participam com nada mais nada menos que  95% do PIB nacional,perceberam a tempo que o retorno de Lula à Presidência seria um desastre à toda prova,considerando a ladroeira que se instalara  no país durante os governos de esquerda, especialmente de 2003 a 2016, nos quais o “vitorioso” exerceu dois mandatos consecutivos, de 2003 a 2010, que roubaram do erário  quantia estimada em 10 trilhões de reais,que só para se ter uma ideia corresponde 10.000 (dez mil) bilhões de reais, e que se trata de um valor superior ao PIB brasileiro. Perceberam isso e rejeitaram Lula nas urnas, optando pelo seu adversário de segundo turno, Jair Bolsonaro.

Até que ponto uma determinada “poupança”, retirada  dessa roubalheira de 10 trilhões de reais, de 2003 a 2016, não teria afastado quaisquer obstáculos, comprando “gregos e troianos”, para o retorno de Lula à Presidência nas eleições de outubro de 2022?

Mas a extraordinária vitória (???) de Lula na região que contribui com apenas 5% do PIB brasleiro, mas que tem muita gente e eleitores levados “a cabresto” na política , onde o ex-presidiário obteve “esmagadores” 70% dos votos, que anulou a vantagem menor do seu adversário em todas as outras regiões – ao que parece tudo muito bem “calculado” pelos computadores e urnas eletrônicas do TSE- e que participam com  95% do PIB, acabou resultando numa “totalização” de votos do TSE que “brindou” Lula com uma “vitória”de cerca de 0,9% de vantagem. Portanto com uma vitória meramente “matemática”, por “milímetros”, que se trata do único critério adotado pela “pseudo) democracia brasileira, e seu deturpado sistema eleitoral,”coincidentemente” construído pela classe política, e “bem” conduzido, numa evidente “parceria-do-mal”, pela Justiça Eleitoral.

Sem dúvida é  esse tipo de “democracia” que levou Nelson Rodrigues à conclusão que (1) “a maior desgraça  da democracia é que ela traz à tona a força numérica dos idiotas,que são a maioria da humanidade”, e que (2) “os idiotas vão tomar conta do mundo, não pela capacidade, mas pela quantidade. Eles são muitos”.

Permirtir-me-ia eu acrescentar que antes mesmo da culpa da “idiotia”, pelas desgraças do mundo, viria  a “matemática”, que pelos critérios “burros” dessa (pseudo)democracia, numa população de milhões de eleitores, basta um só voto para dar a vitória a algum candidato, e, por conseguinte , numa população eleitoral em que predomina a “burrice”, ou a “idiotia”, segundo Nelson Rodrigues, por esse voto pode ser determinado o “mal” para toda a sociedade ter que “aguentar”.

Seria justo que os 49,99 % dos eleitores predominantemente  “não-idiotas”, prejudicados por uma matemática eleitoral, manipulada ou não, tenham que suportar os efeitos funestos das decisões “idiotas” dos outros 50,01%, que podem ser determinados, ”grosso modo”, geograficamente?

Será que algum dia a inteligência passará a delinear a democracia, sepultando a ditadura do consórcio entre a “idiotia” e a “matemática”, e acabando com a “farra” dos políticos  egressos  da pior escória da sociedade, que se elegem justamente às custas desse maldito consórcio?

Todos os brasileiros mereceriam ser enquadrados na definição “democrática” de Nelson Rodrigues, ou somente “determinados” eleitores? Os “não-idiotas”, que sustentam o país, devem se submeter ao mando dos idiotas, por “um” só voto? Isso é democracia, ou sinal escancarado de OCLOCRACIA?

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