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Lula x Ashoka

  • Fevereiro 18, 2025
  • Política
  • Sérgio Alves de Oliveira

Pode parecer estranha uma comparação entre o “capeta” que atualmente ocupa a cadeira presidencial em Brasilia, onde há muito tempo instalou-se a “latrocracia”, ou seja, o regime político dos ladrões, e o  Imperador Ashoka, da dinastia Maurya, unificador da Índia no século 3 a.C . Mas não é. Essa comparação ocorre pelas diferenças, não pelas semelhanças. Esse imperador tem uma história interessante. Era mau, corrupto e violento. Apesar desses “desvios” nos primeiros tempos do seu império, na verdade comparar Ashoka com Lula daria no mesmo que comparar vinho das mais finas castas com cachaça reles.

Mas Ashoka acabou se convertendo. Tornou-se um dos líderes mais influentes, tolerantes, criativos e de mentalidade aberta da história, com inovações pioneiras em beneficio do seu povo. Alguns historiadores garantem que Ashoka teria se convertido ao budismo após se deparar em plena batalha sangrenta com um velho monge budista que cuidada dos feridos de ambos os lados, o qual dirigindo-se a ele teria lhe perguntado: “se isso é vitória, o que é derrota para você?”.

O sucesso do imperador, a  quem deve ser atribuído o mérito de espalhar o budismo  não só pela Ásia, como por todo o mundo, provavelmente  esteja ligado a “Lenda dos 9 Desconhecidos”, descoberta pelo pesquisador inglês Talbot Mundy, em 1923,revirando os  escombros das Antigas Índias. Mais especificamente, ao LIVRO NÚMERO UM desse Conselho de Sábios,que abordava a PROPAGANDA e a GUERRA PSICOLÓGICA. Sabia-se, desde então, que aquele que dominasse a propaganda e a guerra psicológica, dominaria o mundo. Mas enquanto Ashoka investia na propaganda, pregando o budismo para melhorar o mundo, o “capeta” brasileiro passou a fazer o mesmo com o único objetivo de fraudar o povo brasileiro, investindo pesado na “sua”propaganda, tendo boa recepção eleitoral nas urnas ,na prática de uma democracia totalmente degenerada, embora formalmente “perfeita”.

Não satisfeitos  em dominar a grande mídia, através das principais redes de comunicação, o Governo Brasileiro, o PT e a “cambada” de esquerdistas que mama “boquinhas” por todos os lados do governo, resolveram investir DIRETAMENTE nos meios de comunicação, sabendo-se que é o governo quem guarda as chaves desses “cofres”. Privilégios ilegítimos, sem dúvida. Silenciosamente, o PT e seus sócios, inclusive a GLOBO – a maior vira-casaca da história brasileira,- instalam numa velocidade impressionante  pontos de televisão que ampliam a EBC, já chamada TV Lula, como a Vivensis, que leva ao ar somente boi, cantor regional, ”padreco” de todo o tipo e um canal propriamente do PT (PT SAT 1313), podendo ser o primeiro ou o último da relação de canais. Muito estranho, não? Além disso, como o PT conseguiu colocar o seu número eleitoral nesse canal?

O que poucos se dão conta, nem mesmo a oposição, é que o PT está  cobrindo  todos os centímetros quadrados do vasto território brasileiro com sua propaganda tipo “lavagem cerebral”, que vai certamente influenciar nas eleições  as cabeças menos esclarecidas, tudo sob as vistas e omissão da Justiça Eleitoral.

Governos que deveriam ser “do povo” e “para o povo”, como os do PT, acabaram trabalhando “contra o povo”. E lá se vão 16 anos de mandatos de PT. Não corrigiram o que já estava mal, suprimiram o que estava bem, e agravaram situações que já eram caóticas. E nem é preciso ir muito longe para provar essa realidade. Por exemplo, em dezembro de 2024 (Governo Lula), o  volume de “operações de crédito” no Brasil foi de 6.427 ,4 bilhões, com 58% desse total (3.745,7 bilhões de  reais) com recursos livres e juro médio de 40,8 % a.a.; e de recursos dos bancos públicos (Caixa, BB e BNDES), ao juro médio de 10,9% ao ano totalizando 41,72%(2.681,7 bi).

A politica do crédito classifica os tomadores de empréstimos ou financiamentos em “amigos” (juros médios de 10,9% a.a.)e “não-amigos do “rei”, ou do governo (juros médios de 40,8  % a.a.). Além de se constituir  em fonte primária de corrupção e propina, essa maldita  política resulta em que os mais pobres subsidiem os mais ricos na compra de jatinhos executivos. Essa politica não merece outro adjetivo que não “nojenta”.

Nota: os números aqui apresentados devem-se a estudos do Economista e Professor Ricardo Bergamini, que sempre nos mantém atualizados das “trapaças” governamentais.

 

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