Amigos! Pois é certo, em nossas andanças pelo mundo, que se nos abre, sempre buscar o melhor a nós próprios e, assim, podermos ser úteis aos que nos cercam, por amor, amizade ou dependência.
A procura envolve sentimentos, matizes variadas contornando o próprio EU. A tendência inicial é a de que o humano é um ser egoísta, por natureza, sempre buscando o que diz ser seu – tenazmente em sua procura, pouco importando os percalços a vencer, entre eles o próprio semelhante.
De minha parte busco mitigar tal propensão, acrescentando a dose proporcional de altruísmo. Lembro quando criança, em nossas brincadeiras, o objetivo era vencer, mas sempre cuidando para que as demais crianças não se machucassem e seguissem brincando. Muitas vezes um dependia do outro, num sentimento de abnegação e conjugação de esforços.
Somos um misto, uma mistura de bondade com aversão. Tudo no seu tempo certo: se você observa uma injustiça, a aversão se materializa, por não admitirmos maldades, extremadas pelo injusto. Será que aquele que a praticou é um egoísta por excelência? Todos nós temos os nossos momentos aversivos; Vamos em busca da causa, muitas vezes tão próxima, que não a enxergamos.
Na idade que estamos atravessando, o sentimento altruísta se manifesta com mais intensidade. Conjugamos esforços em busca de melhores condições físicas e mentais; dependendo dum e doutro. Nas entrelinhas do caminho, o conceito vai muito além do que foi dito ou escrito; através deste sentimento contornamos as incertezas, buscando e dividindo o que a nós outros é bom e essencial.
Não é através do egoísmo que chegaremos ao longo porvir; a benevolência é um sentimento altruísta e, somente através dela, seremos capazes de quebrar qualquer sentimento nefasto e abraçarmos uns aos outros, no nosso permanente seguir … vamos continuar, sempre…
São fotos de rios, cujas águas estão sempre seguindo …