VERDADES INCONVENIENTES, sobre a agenda 2030, livro com a chancela da editora VidaEconómica, editado em Dezembro 2024, impõe-se pela actualidade, relevância e impacto. Cada um dos capítulos deste livro aborda um tema específico e reflecte o conhecimento e os resultados da investigação do seu autor.
A agenda global 2030 é o grande plano da ONU para reestruturar o mundo e controlá-lo sob o suave rótulo de “desenvolvimento sustentável e inclusivo”. Neste grande plano globalista desenhado pelo Fórum Económico Mundial tudo está perfeitamente estruturado e articulado, obedecendo a um planeamento estratégico com guias para a acção, com o propósito de desestabilizar a unidade das nações, desmoralizar as populações, acabar com o conceito de identidade de género e de família, promover o ódio à cultura cristã e à nossa realidade biológica de homem e mulher, implementando um novo código de valores e de conduta, que abrange o controlo da economia, o uso de energia, a alimentação, a estrutura e vida privada da família, a liberdade de expressão e até a identidade digital de todos os indivíduos.
Uma engenharia social ou “governança global” centralizada num único sistema permanente e totalitário. Chamam-lhe “sustentável”. Dizem que é “inclusiva”. Mas a Agenda 2030 é uma extrapolação radical e globalista, embrulhada em palavras bonitas — aborto como “saúde”, censura como “segurança”, globalismo como “solidariedade”.
Não é um projeto nobre nem inofensivo, mas um plano manipulado de controlo pelos globalistas progressistas e pelas elites “woke”.
O que inicialmente era um projeto “idealista” de longo prazo está agora a ser acelerado para se tornar num sistema único, centralizado que minará os Direitos Humanos e as soberanias nacionais, reduzindo o mundo a caprichos elitistas e hegemónicos.
À primeira vista, parece inofensiva: 17 objetivos brilhantes com slogans como “erradicar a pobreza” e “salvar o planeta”. Mas por trás da cortina se esconde algo muito mais sombrio: uma pressão por governança global, vigilância digital, aborto como direito universal e a lenta erosão da soberania nacional.
A Agenda 2030 não é uma visão inofensiva — é uma armadilha global disfarçada de “progresso”.