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“Mijaram” no relatório das Forças Armadas

  • Novembro 12, 2022
  • Política
  • Sérgio Alves de Oliveira

Esse episódio do Relatório das Forças Armadas entregue dia 07.11.22 ao Tribunal Superior Eleitoral, pleiteando “urgência” numa determinada providência do referido tribunal, respondido com a “evasiva” do seu Presidente, Ministro Alexandre de Moraes, de que “será providenciado”, não fornecendo qualquer indício do prazo em que isso se daria, faz-me lembrar daquela história do caloteiro que por um azar do destino se depara na rua frente ao seu credor, e sem ter outra saída toma a “dianteira”, batendo no seu ombro, e dizendo-lhe: que bom que te encontrei, ’cara’, eu estava mesmo para te telefonar daqui a pouco, avisando que estou para receber a “grana” para te pagar a qualquer momento!!! E nunca mais !!!

Ora, o resultado “eletrônico” da eleição presidencial de 2ª Turno, apontado pelos computadores do TSE, dando a vitória a Lula, por “ridículos” 0,9%, certamente não teria como ser auditado ou  investigado,”a posteriori”, uma vez que não há possibilidade de conferir o “passado”, como se fosse a tentativa absurda de filmar ou fotografar “agora” o  que se passou “antes”, no “ontem”,no “passado”.

O resultado eletrônico da eleição pode também ser comparado a um objeto,uma mercadoria qualquer, que não fornece qualquer possibilidade de investigar toda a sua origem, se lícita ou ilícita,como foram obtidos os componentes da sua matéria prima, identificar  quais as pessoas que comandaram e  executaram a sua fabricação, e assim por diante, ou seja, o passado “infinito” da mercadoria.

Portanto essa resposta evasiva de Sua Excelência certamente não virá antes da posse de Lula em 1º de janeiro de 2023 ou , se  antes, pela impossibilidade do  reduzido prazo da conferência, fazendo  de “bobos” os oficiais componentes da Comissão de técnicos das Forças Armadas, bem como o atual Ministro da Defesa, e os Comandantes das Três Forças, pois  o  novo Presidente  já teria tomado posse, e nomeado os  novos dirigentes das Forças Armadas, sendo dispensável prever as “consequências”.

Em suma, mesmo que o TSE  abrisse logo “todas as suas portas” para atender as demandas reclamadas pelos  militares, evidentemente não haveria mais qualquer possibilidade de conferir eventual manipulação do resultado. Mesmo que eu nada entenda de computadores,consigo enxergar bem claro a “blindagem” desse resultado.

A confirmação, ou não, do resultado dessa  eleição, não poderia ser feita de outra forma que não pelo uso da LÓGICA, das EVIDÊNCIAS, e da “inteligência”, cujo resultado certamente não “bateria”com a “matemática” do resultado apresentado pelo TSE, com base na programação, ou eventual “hackeamento”, dos seus computadores.

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