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A serenidade

  • Maio 1, 2026
  • Conexão | Brasil x Portugal
  • Maria Susana Mexia

 

Paz, doçura, tranquilidade calma, sossego e silêncio, num envolvimento tão homogéneo que nos ousa transportar para um cenário onírico, longe de toda uma realidade circundante, SERENIDADE surge-nos como algo verdadeiramente inexistente e inalcançável.

Utopia? Ou um mudus vivendi perfeitamente ajustável ao nosso quotidiano, que não obstante frenético e, ou, em tons carregados, poderá e deverá ser trabalhado para que o nosso espírito molde a nossa vida no sentido de uma maior e serena felicidade. «Não está sereno quem não tem nada que o incomode, mas sim quem entende, com amor, o que lhe sucede».

Este pequeno livro, recentemente lançado pela editora “encontro da escrita”, não tem perfil religioso, psicológico nem é de autoajuda, embora contenha um conjunto frases cheias de bom-senso, numa singeleza tamanha, que facilmente nos revemos em algumas passagens, porque são o comum das nossas vivências.

«Quase todas as coisas têm a importância que lhes queremos dar. E com frequência damos-lhes mais importância do que merece. Daí a causa de tantos desgostos desnecessários, que nos levam de sobressalto em sobressalto, roubando-nos a serenidade para estar em paz connosco e com os outros».

O Super homem não existe: «Não há nada mais desagradável do que uma pessoa sempre descontente consigo própria. Pelo contrário, é sumamente gratificante encontrar homens e mulheres normais, que com naturalidade desfrutam do dia-a-dia, convencidos de que a felicidade está na paz e na harmonia com que vivem o presente».

«A serenidade é a pátria dos fortes. E não podemos esquecer que só é feliz quem se decide a sê-lo».

«A complexidade do ser humano multiplica-se quando entra em relação com os outros. Somos todos diferentes e os nossos estados de ânimo flutuantes. Perante tanta heterogeneidade não é de estranhar que se deem incompatibilidades que só uma mente inteligente e generosa é capaz de ultrapassar com certa elegância».

Serenidade. Esta é, sem dúvida, uma palavra que, ao ser mencionada, evoca paz, doçura, tranquilidade, sossego, calma, felicidade… E lembra também um céu azul ou águas tranquilas, um equilíbrio interior e do cosmos, onde tudo se resolve em harmonia; uma paz que cada ser humano busca e desejaria ver refletida no mundo que o rodeia.

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